domingo, 22 de janeiro de 2012

Movimento insiste na transferência de São Martinho para Caldas

Jornal das Caldas

Reduzir tamanho de letra Aumentar tamanho de letra Imprimir Enviar por email

Estão a ser desenvolvidas ações com vista ao regresso da freguesia de São Martinho ao concelho das Caldas

Após um largo período de estudo e de trabalho preparatório, e tendo em conta o momento da reforma autárquica, o Movimento São Martinho para Caldas iniciou as derradeiras ações com vista ao regresso da freguesia de São Martinho do Porto ao concelho das Caldas da Rainha. Recentemente, foi colocado a circular um abaixo-assinado e para o acompanhar foi criada uma música que serve de hino à causa (www.youtube.com/watch?v=MWB1y4EdqEg).

Segundo o abaixo-assinado, promovido por António Costa e José Louro, “a atual divisão administrativa, não corresponde aos legítimos direitos, interesses e vivência da população local, designadamente no que respeita às necessidades reais do seu dia a dia”.

É realçado que “os habitantes da Freguesia de São Martinho do Porto, desde que nascem, fazem toda a sua vida em íntima e permanente ligação com Caldas da Rainha”. “Os habitantes da freguesia apenas se deslocam a Alcobaça por razões e obrigações administrativas (é voz corrente dizer-se que a Alcobaça só se vai para pagar), contrariando fatores demográficos e geográficos (proximidade, acessibilidade e mobilidade)”,sublinha.

De acordo com o documento, “a população da freguesia desenvolve as suas relações em estreita ligação com Caldas da Rainha no trabalho, na economia, na saúde, na educação / formação, na cultura, no desporto e nos tempos-livres, há muito que a população ativa, à falta de emprego e de habitação ao seu alcance, vem optando por residir e/ou empregar-se em Caldas da Rainha, fazendo aí a sua vida”.

Os promotores fazem notar “a contiguidade territorial como um fator determinante e sendo a baía o mais importante pólo de desenvolvimento local, e que do perímetro da mesma faz parte Salir do Porto (concelho de Caldas da Rainha), a separação administrativa das duas freguesias tem prejudicado gravemente o desenvolvimento e a resolução dos problemas comuns, como o desassoreamento e a despoluição, em particular, e o progresso sustentado e sustentável das duas localidades”.

“Considerando que a permanência no concelho de Alcobaça poderá implicar, segundo a atual proposta de organização do território, a perda do estatuto de sede de freguesia e a sua agregação a Alfeizerão, a mudança para o concelho de Caldas da Rainha permitirá novas soluções para a manutenção da autonomia local”, referem.

O movimento sustenta que a mudança de concelho “é uma aspiração de várias gerações de são martinhenses por todas as razões, agravadas ano após ano, desde a destruição do património natural e construído à estagnação e retrocesso, que levaram à perda da importância local e regional que historicamente representámos”, passando “décadas a fio sem se vislumbrarem projetos sustentados e continuados de desenvolvimento, ordenamento e planeamento, que permitam gerar prosperidade e qualidade de vida todo o ano”.

A freguesia de São Martinho do Porto foi sede de concelho mais de trezentos anos, tendo posteriormente pertencido aos municípios de Alcobaça e Caldas da Rainha, integrando atualmente o concelho de Alcobaça.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

ABAIXO-ASSINADO QUE CIRCULA EM SÃO MARTINHO DO PORTO

ABAIXO – ASSINADO

Considerando que a Freguesia de São Martinho do Porto foi sede de Concelho mais de trezentos anos, tendo posteriormente pertencido aos municípios de Alcobaça e Caldas da Rainha, integrando actualmente o Concelho de Alcobaça e que, nas actuais circunstâncias, a restauração do município se tornou impossível;

Considerando que a actual divisão administrativa, não corresponde aos legítimos direitos, interesses e vivência da população local, designadamente no que respeita às necessidades reais do seu dia-a-dia;

Considerando que os habitantes da Freguesia de São Martinho do Porto, desde que nascem, fazem toda a sua vida em íntima e permanente ligação com Caldas da Rainha;

Considerando que os habitantes da Freguesia, apenas se deslocam a Alcobaça por razões e obrigações administrativas (é voz corrente dizer-se que a Alcobaça só se vai para pagar), contrariando factores demográficos e geográficos (proximidade, acessibilidade e mobilidade);

Considerando que a população da Freguesia desenvolve as suas relações em estreita ligação com Caldas da Rainha no trabalho, na economia, na saúde, na educação / formação, na cultura, no desporto e nos tempos-livres, há muito que a população activa, à falta de emprego e de habitação ao seu alcance, vem optando por residir e/ou empregar-se em Caldas da Rainha, fazendo aí a sua vida;

Considerando a contiguidade territorial como um factor determinante e sendo a baía o mais importante pólo de desenvolvimento local, e que do perímetro da mesma faz parte Salir do Porto (Concelho de Caldas da Rainha), a separação administrativa das duas freguesias tem prejudicado gravemente o desenvolvimento e a resolução dos problemas comuns, como o desassoreamento e a despoluição, em particular, e o progresso sustentado e sustentável das duas localidades;

Considerando que a permanência no Concelho de Alcobaça poderá implicar, segundo a actual proposta de organização do território, a perda do estatuto de sede de Freguesia e a sua agregação a Alfeizerão, a mudança para o Concelho de Caldas da Rainha permitirá novas soluções para a manutenção da autonomia local;

Considerando que a mudança de Concelho é uma aspiração de várias gerações de são martinhenses por todas as razões, agravadas ano após ano, desde a destruição do património natural e construído à estagnação e retrocesso, que levaram à perda da importância local e regional que historicamente representámos;

Considerando décadas a fio sem se vislumbrarem projectos sustentados e continuados de desenvolvimento, ordenamento e planeamento, que permitam gerar prosperidade e qualidade de vida todo o ano, longe vão os tempos em que a Comissão de Iniciativa e os beneméritos locais deram a São Martinho do Porto o que Alcobaça nunca deu e que continua a utilizar a seu belo prazer e em seu benefício;

São Martinho do Porto, que o rei D. Carlos I considerou uma das jóias da coroa, tem sido sucessivamente delapidado por parte da Câmara Municipal de Alcobaça. Como tal, considerando ser este o momento oportuno, os Abaixo-assinados (naturais, residentes, proprietários ou amigos da Freguesia de São Martinho do Porto), manifestam deste modo a sua inequívoca vontade de voltar a integrar o Concelho de Caldas da Rainha.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SÃO MARTINHO DO PORTO NAS CALDAS?

SÁBADO, 28 DE AGOSTO DE 2010
São Martinho do Porto é uma povoação balnear confusa, mal cuidada, mal urbanizada, que deve servir à câmara de Alcobaça para dizer que tem uma praia cosmopolita sem conseguir ter da câmara de Alcobaça a atenção e o cuidado que devia ter. Os arranha-céus à beira-mar, a criação de uma avenida sem árvores junto à praia e o cáotico trânsito no interior da povoação têm um ar "algarvio" (do pior...) que já não é tolerável nos nossos dias.
Esta situação está, em parte, na origem do movimento São Martinho Para Caldas, que preconiza a (re)integração da freguesia de São Martinho do Porto no concelho de Caldas da Rainha, cidade de que São Martinho está efectivamente mais próxima, sob todos os pontos de vista, do que Alcobaça. (O movimento tem este blog, cuja visita se recomenda.)
São Martinho do Porto e a sua população ganhariam com a troca, de Alcobaça para as Caldas? Talvez. Caldas da Rainha ganharia com a entrada de São Martinho? De certeza! Alcobaça perderia com a saída de São Martinho? Era bem feito!
Sem me pronunciar, digo apenas que gostaria de encontrar em São Martinho do Porto uma povoação visualmente e urbanamente mais acolhedora...

Movimento defende passagem de S. Martinho do Porto para Caldas da Rainha

Publicado por JN em 2012-01-17

Um abaixo-assinado reclamando a passagem de S. Martinho do Porto, em Alcobaça, para o concelho das Caldas da Rainha está a ser promovido por um movimento cívico que considera a reforma administrativa a "derradeira oportunidade" para a mudança.

"A reforma administrativa é o momento oportuno e a derradeira oportunidade para que a freguesia volte a ser integrada nas Caldas", disse à António Costa, do Movimento São Martinho para as Caldas.

O movimento, que no último ano vem reclamando a passagem de S. Martinho do Porto do concelho de Alcobaça para o das Caldas da Rainha, tem a circular um abaixo-assinado através do qual pretende angariar "mais de quatro mil assinaturas para entregar na Assembleia da República (AR)", explica o mesmo responsável.

O documento, a que a Lusa teve acesso, defende que "a actual divisão administrativa, não corresponde aos legítimos direitos, interesses e vivências da população", a qual, apesar de pertencer ao concelho de Alcobaça, "faz toda a sua vida em íntima e permanente ligação com Caldas da Rainha".

O movimento considera haver uma "estreita" ligação a Caldas da Rainha em termos de "trabalho, economia, saúde, educação, cultura, desporto e tempos livres", ao contrário do que acontece com Alcobaça onde os habitantes "só se deslocam por razões e obrigações administrativas".

A falta de ligação à sede do concelho, poderá ainda acentuar-se, segundo António Costa, "se acabarem com o serviço de passageiros a Linha do Oeste", já que, "quando terminam os transportes escolares, ficamos sem qualquer transporte público para Alcobaça".

A "contiguidade territorial" da baía de S. Martinho do Porto com a praia de Salir do Porto (freguesia das Caldas da Rainha) é outros dos argumentos do abaixo-assinado que aponta a "a separação administrativa das duas freguesias" como tendo" prejudicado gravemente o desenvolvimento e a resolução dos problemas comuns, como o desassoreamento e a despoluição, em particular, e o progresso sustentado e sustentável das duas localidades".

Considerando ainda que a permanência no concelho de Alcobaça "poderá implicar, segundo a actual proposta de organização do território, a perda do estatuto de sede de freguesia e a sua agregação a Alfeizerão", o movimento pretende ver discutida da AR a mudança para o concelho de Caldas da Rainha, que dizem permitir "novas soluções para a manutenção da autonomia local".

À pretensão não são alheias criticas à gestão da localidade que o movimento considera ter perdido "importância local e regional", devido a uma política autárquica de marcada pela ausência de "projectos sustentados e continuados de desenvolvimento, ordenamento e planeamento".

Além da recolha de assinaturas o movimento tem vindo a defender a mudança em audiências com vários grupos parlamentares e lançou um hino que está a ser divulgado na internet e rádios da região.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Com festas e fogos só se “papam” os tolos…



Registamos, com satisfação, a comemoração da Passagem de Ano em São Martinho do Porto. Foi um evento positivo que trouxe alguma animação, mesmo que pontual e fugaz, à nossa Terra.
Contudo, não entendemos por que razão, durante a apresentação do espectáculo pirotécnico, foi exibida única e exclusivamente a instituição «Câmara Municipal de Alcobaça» em pleno centro da baía. Pareceu-nos política a mais e festa a menos, com manifesto desrespeito por São Martinho do Porto, afinal, o local do evento.
Uma vez que o investimento foi de tal monta, ao ponto de merecer destaque no jornal Correio da Manhã por superar consideravelmente o de muitas cidades e vilas portuguesas de maior dimensão (como o Porto ou a Figueira da Foz), seria no mínimo racional que os orçamentos municipais servissem para dar resposta aos reais problemas da população local em obras há muito esperadas: uma sede própria para a Junta de Freguesia (através da requalificação dos antigos Paços do Concelho), a conclusão das obras no mercado, a construção do famigerado centro de saúde, a edificação de instalações condignas para a G.N.R., um saneamento básico eficaz em toda a Freguesia, a existência de estacionamentos e de arruamentos condignos, a par da melhoria da iluminação pública, e a criação de zonas de lazer, entre outras.
Oxalá que em 2012 possamos finalmente reintegrar um Concelho que verdadeiramente nos considere, e com estatuto de Freguesia!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

AUSTERIDADE e ESTIMULO EXEMPLARES nas CALDAS DA RAINHA


Em tempo de crise e quando cada vez mais a população se sente indignada com os elevados custos das tarifas e taxas praticadas um pouco por todo o lado, o presidente da autarquia de Caldas da Rainha, vem dar um golfada de oxigénio às familias mais carenciadas e por conseguinte com mais dificuldades em cumprirem as suas obrigações económica, com a redução da carga fiscal, baixando alguns impostos.
Certamente que os municipes caldenses saberão agradecer.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Autarcas querem discutir futuro de São Martinho do Porto



Os membros da Assembleia de Freguesia de São Martinho do Porto eleitos pelo PSD pediram a marcação de uma reunião extraordinária por sentirem que a freguesia corre risco de ser extinta, de acordo com o Documento Verde da Reforma da Administração Local. Além disso, a extinção do comboio de passageiros entre as Caldas da Rainha e a Figueira da Foz, e o consequente fecho da estação local, são motivo de grande preocupação para Rodrigo Neto, Susana Marques e Tristão Carvalhais.
No documento “São Martinho do Porto, que futuro?”, que elaboraram, sustentam que “as directrizes emanadas pela Administração Central preconizam para São Martinho do Porto a perca de identidade de uma freguesia com mais de 750 anos de História”.
“O Documento Verde da Reforma da Administração Local emitido pelo Governo, algumas das declarações públicas proferidas por autarcas concelhios e o silêncio de outros, são indicadores preocupantes para o futuro de São Martinho do Porto, pois, indiciam o seu possível desaparecimento”, comentam.
“A acrescentar a isto, a divulgação do Plano Estratégico dos Transportes, preconizando a extinção do transporte de passageiros entre Caldas da Rainha e Figueira da Foz, onde estamos incluídos é mais uma machadada no potencial desenvolvimento desta freguesia, que já atrai significativos fluxos turísticos nacionais e estrangeiros”, fazem notar.
Sendo São Martinho do Porto “uma pérola da costa portuguesa com enormes potencialidades em termos de crescimento económico e turístico”, os membros da Assembleia de Freguesia eleitos pelo PSD, consideram “imprescindível a sua manutenção enquanto freguesia”.
A reunião está marcada para 10 de Novembro, pelas 21h, no edifício do Colégio José Bento da Silva, onde se falará também do encerramento da Linha do Oeste e da criação da imagem de marca “São Martinho do Porto”.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Clientes da CP descontentes com o fim do serviço de passageiros

O fim do serviços de passageiros entre Caldas da Rainha e Figueira da Foz/Coimbra é uma má notícia para quem tem necessidade de usar um transporte público entre as Caldas e as localidades do litoral centro até Coimbra.Gazeta das Caldas conversou com várias pessoas – uma grande parte estudantes de vários graus de ensino - que moram em S. Martinho, Valado dos Frades e Marinha Grande que agora terão que arranjar outras soluções de transporte se não existir uma alternativa apresentada pela CP ou pelo governo. A maioria terá que passar a vir para as Caldas de autocarro, opção que, dizem, é “mais dispendiosa” já para não referir as questões de segurança e de preservação ambiental, nas quais o modo ferroviário é ganhador face aos outros meios de transportes. Todos preferiam o comboio que “é mais cómodo e até permite estudar”.
“VOU TER QUE VIR DE AUTOCARRO”
David Faustino, 18 anos, mora em S. Martinho do Porto e vem todos os dias para as Caldas pois estuda na ETEO. Soube na escola, através dos colegas que os comboios iriam acabar, coisa que lhe vai causar grande transtorno. Para já, ainda não sabe bem como vai resolver o seu problema, mas admite passar a vir de carro.Por seu lado, Sérgio Soares que é do Valado dos Frades e vem todos os meses às Caldas da Rainha de comboio, ainda não sabia que este serviço ia acabar. E como não possui automóvel, “vou ter que me deslocar de autocarro…”, disse o utilizador que não está nada satisfeito com o fim deste serviço.
“É UMA PENA QUE ACABEM COM ESTE TRANSPORTE”
Quem também vem todos os dias do Valado dos Frades, neste caso para estudar na ETEO, é Pedro Varela de 17 anos. Com o fim do serviços de passageiros – que soube “através das notícias” -, o jovem vai ter que começar a vir para as Caldas de autocarro. Diz que há dias em que vêm dezenas de pessoas no comboio e que “é uma pena que acabem com este transporte”.
“AINDA NAÕ SEI QUE ALTERNATIVA VOU USAR”
Frederico Santos, de 16 anos, é de Salir do Porto e utiliza o comboio diariamente para frequentar as aulas de formação na Soprofor. Já sabia que o serviço de passageiros ia acabar e diz que “para já ainda não sei como vou resolver, ou seja, que alternativa é que terei que usar”.
“O COMBOIO SÓ DEMORA 10 MINUTOS”
A estudar na Escola Secundária Raul Proença, Joana Clérigo de vem todos os dias de S. Martinho do Porto. “Soube que ia acabar o serviço pelos meus pais e amigos”, disse a jovem, de 17 anos.E agora? “Agora vou ter que pagar o dobro de preço e vir de autocarro”, contou, nada satisfeita com o facto de não poder contar com o transporte que “era mais barato e que demorava apenas 10 minutos”, rematou a jovem que diz que linha é usada por várias dezenas de pessoas.“NÃO TÊM LUCRO E ACABAM COM AS COISAS…”
Hermínio Albino, de 73 anos, vai para Campo Serra, que fica a cinco quilómetros das Caldas da Rainha. Usa muito o comboio para vários destinos e soube pelos jornais e televisão que ia ficar sem este serviço. “Como não há passageiros, nem têm lucro e acabam com as coisas…”, disse este cliente da CP, que agora vai passar a deslocar-se de autocarro.
“AINDA NÃO SEI DE NADA”
Zita Matias é do Valado dos Frades e como está a fazer uma formação de 15 meses nas Caldas da Rainha, também usa a linha do Oeste. “Ainda não sei nada oficialmente, apesar de ter ouvido qualquer coisa que a linha de passageiros ia acabar”, disse a passageira, que agora passará a usar o autocarro.
“O COMBOIO PERMITE ESTUDAR, LER E TER IDEIAS”
Zelinda Roldão, 59 anos, é da Marinha Grande e é estudante de Artes Plásticas na ESAD. O comboio foi a melhor solução para se deslocar todos os dias entre a sua cidade e Caldas da Rainha e contava fazê-lo nos próximos três anos.“Soube por uma amiga que isto ia acabar e depois confirmei nas notícias”, disse a estudante, que lamenta o fim do seu transporte favorito, já que o comboio é muito mais cómodo e permite “estudar, ler e até para ter ideias”.Por isso estranha a decisão do governo pois considera que o comboio é o transporte do futuro já que os autocarros estão associados à inflação dos produtos petrolíferos e aos custos ambientais. “É estranha esta decisão, creio que é mesmo um retrocesso na nossa evolução”, rematou Zelinda Roldão.
Natacha Narcisonnarciso@gazetacaldas.com