quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PASSAGEM DE ANO EM SÃO MARTINHO

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009

É RECONHECIDO O ABANDONO A QUE ESTAMOS EXPOSTOS

Em editorial, o Região de Cister, na edição de 19 deste mês, de forma simples e concreta, abre a dizer:

O Concelho de Alcobaça, sendo um concelho atípico, pela dispersão geográfica das suas freguesias populosas, tem perdido união entre o norte, o sul e o centro.”

E continua:

De são Martinho do Porto surgem notícias (renovadas) de que há grupos de pressão para que a freguesia pertença (regresse) antes a Caldas da Rainha e a própria Benedita já quis emancipar – se, tornando – se concelho.

Permitam ainda, do mesmo editorial, os seguintes enxertos :

"É preciso perceber o que leva cidadãos de algumas freguesias a voltarem as costas à sede do seu concelho."
Para São Martinho, que dista 22 quilómetros da sede do concelho, … , mas daquela freguesia às Caldas da Rainha é um instante, seja de carro, comboio ou outro transporte público.”
A norte, a popularidade de Alcobaça não é famosa. As freguesias de Pataias e Martingança têm sido mal tratadas pela sede do concelho …”

Pois bem, nada disto é novidade para nós. O sentimento que temos é de um concelho que se foi deixando empobrecer ao ponto de apresentar sinais evidentes de desagregação. Recentemente, e bem, perdeu a Moita! Todos têm o direito de procurar uma vida melhor. Enquanto isso, os responsáveis autárquicos, na sede, sentados à sombra do Mosteiro, “embriagam – se” a falar do e para o concelho como se fossemos também alcobacenses – essa designação está bem para os que nasceram em Alcobaça.
Alto aí!
Os nascidos nas restantes 17 freguesias, como, entre outros, os sãomartinhenses ou sãomartinheiros, os alfeizeirenses, os beneditenses, os pataienses ou pataieiros, etc, etc., têm designação própria. Por nós, os nascidos e residentes nesta Vila, os que aí pagam contribuições e impostos sem ver qualquer retorno, pedimos que não nos “insultem”, isso não. Somos, e nisso temos justo orgulho, sãomartinhenses ou sãomartinheiros.
Podem escolher !
Os dias passam, arrastam os meses e os anos. Não se vêm iniciativas estruturantes que dêem vida própria à Vila e atenuem a sazonalidade. Isto faz – nos pensar, porque à volta os concelhos vizinhos, apesar de tudo, mexem, progridem. É só ver !
Nós, por aqui, que respiramos a brisa marítima, de vez em quando à mistura com o cheiro nauseabundo a porcos, conhecedores das potencialidades de toda a costa do concelho, cientes que o futuro também passa pelo turismo, andamos descrentes e tristes. Nesse sentido, aliás como noutros, nada vemos. Vejamos, a Baía que por aí dizem ser uma pérola, com o areal atingido, diariamente, com excrementos dos porcos, está assoreada e estrangulada. Por Mar a navegação é perigosa e vai piorando. O acesso de barcos nacionais ou estrangeiros é impossível. E já muitas das nossas embarcações profissionais e recreativas optaram pela Nazaré. Isto passa-se num porto carregado de história que, os responsáveis autárquicos, indiferentes, deixaram e deixam morrer ! Não se conhecem planos para que a Baía - praia das crianças e ainda, pomposamente, classificada oficialmente de Porto de Abrigo – recupere e veja melhores dias. É, na verdade, uma pérola… abandonada !
É por esta e.. por outras que nós, por aqui, com educação e em democracia, lutamos. Há muito que perdemos as esperanças na gestão do concelho.
Não se conhecem quaisquer planos de desenvolvimento para a Freguesia. Navega – se, com denso nevoeiro, à vista!
Comungamos em absoluto com o dizer de um pataieiro, em sede de blogue, onde, igualmente, constam artigos fundamentados de emancipação e desejo de passagem a Concelho:
Alcobaça é só tribunal, impostos e outras chatices.”
Por tudo isto, sentimos a primária necessidade de emancipação e vivemos na esperança no regresso ao Concelho das Caldas.
O Movimento,
21 de Novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

VIRADO PARA O FUTURO


O Cruzeiro

Nas elevações entre a Baía e o Atlântico, a cerca de 100mts de altitude, nas traseiras da Capela a Santo António, situado nas coordenadas : N 39º 30.877’ e W 09º 08.323’, encontra – se implantado o Cruzeiro.

Na placa cimeira, em data romana, está inscrito de que se trata de uma homenagem ao III centenário da Restauração de 1640.

Este local, pela situação geográfica e cota, embora pouco assinalado na Vila, é um privilegiado Miradouro. De lá, com a praia de S.to António aos pés, enxergamos, com tempo limpo, o arquipélago das Berlengas. Virados para o quadrante Sul, temos Vale Paraíso, Alfeizerão e as vistas alongam – se até à Serra dos Candeeiros. Para a direita, Tornada, Vale de Maceira, Caldas ao longe e, perto e do outro lado da Baía, a Freguesia de Salir do Porto. Aqui, em Salir, a altitude semelhante, bem localizado, existe outro Miradouro. Está erigido em formato simples e agrada ao visitante o aspecto cuidado e limpo. Tem sido assim de Verão e de Inverno !

Ora, na nossa Terra, no Miradouro ‘O Cruzeiro’, o monumento referencia um evento que tem tudo da raiz do nosso Povo – a Independência de jugos externos. A Liberdade! Esta data histórica, 1 de Dezembro de 1640, foi o dia em que o Povo assim escolheu e decidiu. Assim lutou e impôs !

Noutra escala, a regional, também em São Martinho do Porto se luta de igual modo. Lutamos, em liberdade e educação, para atingir melhoria de vida, decência nas decisões conducentes ao progresso sustentado, vida própria durante todo o ano para a Freguesia e respeito por cada um.

Lutamos, quase em desespero, na procura de melhor sorte, outro destino, rumo ao Concelho das Caldas.

Pela essência do monumento e por aquilo que para nós também representa, desejamos que se dê honra e carinho ao local. Está abandonado, desqualificado, sempre sujo e entregue ao ostracismo.

De Campanha em Campanha as promessas fervilharam. Mas, durante os mandatos, o tempo vai passando, ano após ano e… fica tudo na mesma. Ou, melhor, entregue aos desmandos da erosão !

Pelo exposto, coisas simples e à mão dos olhos de todos, se constata que os dois Concelhos são diferentes. Num dorme – se e no outro… progride – se! É só ver !!!

É por esta e.. por outras que continuamos a lutar para regressarmos ao Concelho das Caldas da Rainha.

O Movimento
05Nov09

domingo, 1 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

HÁ QUE DESPOLUIR ESTA JOIA DA NATUREZA!


Foto de A.CPosted by Picasa
Vamo-nos dedicar á despoluição da "NOSSA BAÍA"!

O nosso MOVIMENTO vai fazer uma sondagem, de opinião, sobre a forma como o tratamento de águas está a ser realizado pela ETAR.

O que falta fazer, os defeitos, os erros etc.

Por favor deixem a vossa opinião!


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

OPINIÃO DE UM SEGUIDOR SOBRE O COLÉGIO JOSÉ BENTO DA SILVA.


São Martinho do Porto teria todo o interesse em acolher um pólo universitário. A nossa terra tinha uma tradição de ensino ao mais alto nível, já no século XIX, através do Colégio José Bento da Silva. A importância da instituição era de tal ordem que, em 1889, o czar da Rússia Alexandre III, então de visita a Portugal, passou por São Martinho e deixou a sua assinatura no Livro de Honra do Colégio José Bento da Silva. Daí saíram individuos que se destacaram nas mais diversas áreas, alguns dos quais tiveram importantes cargos de estado, como seja o de ministro. O Colégio tem todas as condições para acolher um polo universitário.

O doador deixou bem claro, em testamento, os propósitos do edifício que legava à comunidade são martinhense:o ensino e a cultura. Pena é que não se tenha mantido para sempre com essas actividades. A Junta de Freguesia não tem, sobretudo hoje, razão de estar a ocupar - indevidamente - aquele espaço. O seu lugar, como órgão de poder político, é nos antigos Paços do Concelho (que serviu de quartel aos bombeiros até há pouco tempo). Ali ainda se mantêm, em pedra, as armas de Portugal do tempo da monarquia, que carecem de uma conservação urgente. Foi dos poucos sítios do país em que não foram picadas com a chegada da república. Com tanto dinheiro mal gasto, também não seria dificil restaurar aquele belo e funcional edificio para as instalações da Junta de Freguesia.

Em suma, a nossa terra só ganharia com a fixação de um pólo universitário. Além de recuperar o prestígio académico, fixava jovens, professores, entre outros, que são essenciais para povoar a vila (sobretudo no centro), fazendo gerar riqueza, consumo, alugueres, trocas, emprego, cultura, animação. Isto durante TODO O ANO. Combatia-se, assim, a sazonalidade.
Tudo seria tão mais fácil se os nossos autarcas tivessem o mínimo de conhecimento da história de São Martinho do Porto. Seríamos, decerto, menos desconsiderados.

Viva São Martinho do Porto! Viva Caldas da Rainha!

Parabéns ao Movimento! Vamos em frente!

António Carlos Martins Costa

Publicada por António Carlos em São Martinho para Caldas a 25 de Outubro de 2009 20:16

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

SÃO MARTINHO TEM UM NOVO PRESIDENTE DE JUNTA

São Martinho do Porto tem um novo presidente da Junta


Outubro 21st, 2009 · Jornal das Caldas edição on line



Joaquim Clérigo venceu com o seu grupo de independentes“Em São Martinho do Porto há muito que o PSD vence as eleições autárquicas. Vencia, porque desta vez, ao contrário do que era expectável, venceu uma lista de independentes. Era conhecido o desgaste do actual presidente da junta de freguesia, conhecidos até alguns dos erros cometidos. Mas fomos surpreendidos”. O comentário é de António Prôa, no seu blogue na Internet sobre São Martinho e reflecte o que se passou nas eleições para a Junta de Freguesia.

Se para a Câmara e Assembleia Municipal de Alcobaça não houve surpresas e o PSD venceu de forma folgada, mesmo com um novo candidato ao executivo camarário - Paulo Inácio que substituiu o actual presidente - Gonçalves Sapinho, já na freguesia de São Martinho a candidatura “Força Viva”, de um grupo de cidadãos independentes, encabeçada por Joaquim Clérigo, comandante dos bombeiros locais, foi quem arrecadou a vitória e com maioria absoluta.

O movimento independente recolheu 56,32% dos votos (811), o que lhe confere 6 mandatos na Assembleia de Freguesia, enquanto que o PSD apenas conseguiu 31.46% dos votos (453), elegendo 3 elementos. O BE também concorreu e ficou-se pelos 8.75% dos votos (126), não conseguindo nenhum mandato.

Joaquim Clérigo concorreu à Junta por não acreditar “no conformismo, no desalento, na crítica isolada, na apatia que temos assistido nos últimos tempos”.

“O que nos move é a paixão pela freguesia de São Martinho do Porto”, afirmou, garantindo que o seu programa eleitoral “não assenta em demagogias, é um programa realista, sem promessas infundadas, que pretende ir ao encontro do bem-estar da população e das justas reclamações dos cidadãos”.

O novo presidente da Junta, que substitui o histórico Manuel Pereira, compromete-se a conseguir a construção do Centro de Saúde definitivo, a melhorar as infra-estruturas de apoio à terceira idade e a apoiar as colectividades locais.

No capítulo do ambiente e turismo, vai “pressionar as entidades competentes para realizarem o desassoreamento da Baía e melhorar o Porto de Abrigo”.

Pretende também “criar parcerias que permitam divulgar os pontos turísticos mais relevantes e o comércio da nossa freguesia, redefinir, com o Município, um novo procedimento de consultas em matéria de urbanização e edificação, alertar as autoridades para o estado dos acessos e espaços públicos, dar resposta, com os meios da Junta, aos problemas mais prementes na via pública (que colocam em risco a segurança das pessoas) e melhorar o sistema de limpeza das ruas”.

Na educação, cultura e desporto, tenciona “comparticipar as refeições e os materiais escolares para as famílias mais carenciadas da Freguesia, apoiar a construção de um refeitório para a Escola Básica, construir uma paragem de autocarro condigna para os alunos de Vale do Paraíso, Serra dos Mangues e Venda Nova, e lutar pela construção de um Complexo Desportivo e Cultural”.

Para a “gestão transparente dos dinheiros públicos”, adianta algumas medidas: “Adjudicação de serviços à Junta de Freguesia através da apresentação prévia de orçamentos por todos os fornecedores, divulgar no sítio da Junta de Freguesia na Internet (a criar) o Orçamento e permitir que o cidadão aceda, por via electrónica, aos serviços administrativos de forma simples e documentada”.

PAGAR E SER AGREDIDO

Pagar  e  ser  “agredido”

  Durante  as  campanhas  para  as  Legislativas  e  as  Autárquicas  mantivémo – nos, embora  atentos, distantes, silenciosos.
  O  Movimento  de  São  Martinho  para  Caldas  é  apartidário! Vivemos  com  todos, porque  é  para  todos  os  habitantes  de  São  Martinho  do  Porto  que  desejamos  o  progresso  e  o  bem-estar.
  Ora, este  período  passou. Os  resultados  expressam, agora, a  vontade  popular.
  Assim, O  Movimento, em  termos  imediatos,  felicitou  de  forma  simples  e  sentida  a  “Força  Viva”. E  fizemo-lo  na  esperança  de  que, sem  ambiguidades, se  empenhem  a  tempo  inteiro na  persecução  de  se  implementar  novas  estruturas  que  atenuem  a  forma  sazonal  como  se  vai  vivendo  nesta  Terra. É  preciso  criar  riqueza  e  emprego, especialmente  para  os  jovens. Fixar  gente. Aumentar  a  população. Criar  vida  própria!
  E, como  manda  o  protocolo  e  a  nossa  forma  educada  de  ser, felicitamos  toda  a  Assembleia  Municipal, o Dr. Paulo  Inácio, na  qualidade  de  “Gestor”  do  nosso, ainda, Concelho. E, bem  assim, toda  a  Vereação  com  e  sem  pelouros  a  distribuir.
  Aproveitamos  para  solicitar, de  forma  humilde  e  premente, que  o  Sr. Presidente  da  CMA nos  trate  de  forma  mais  digna. Olhe  que  merecemos! Por  favor, não  siga  as  pisadas  do  antecessor. Evite  ser  arrogante, seja  compreensivo  e  não  distante  e, acima  de  tudo, educado. Teremos    de  que  sim!
  Igualmente, as  nossas  felicitações  para  o  Senhor  Presidente  da  CMC, na pessoa do Dr. Fernando  Costa, bem como para toda a vereação, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia eleitas. Desejamos que  o  nosso passado/futuro Concelho  continue  a  desenvolver – se  e  a  marcar  assinalável  posição  no  Mapa  do desenvolvimento regional. Queremos  o Concelho  ainda mais  rico  aquando  do  nosso  regresso!
  A  terminar  juntamos  às  felicitações  o  repúdio  para  com  o  Sr.  Ex-Presidente  da  CMA  que  apelidou  de  pindérico  o  Movimento  de  São  Martinho  para  as  Caldas.
  Como  se  isto  não  chegasse  é  ainda  o  seu  assessor  para  a  área  económica, Eduardo  Nogueira, possivelmente  com  o  receio  que  a  “mina  de  ouro  de  São  Martinho”  desapareça  das  receitas  da  CMA, que, entre  algumas  contradições, nos  chama  de  Mazoquistas. Ficamos  confusos, talvez  tenha  alguma  razão, dado  que  contribuímos  com  parte  significativa para os  vencimentos  que  os  dois  percebem. Enfim, coisas  da  vida !

 É  por  estas  e  por  outras  que  nos  batemos  pelo  regresso  às  Caldas  da  Rainha.









domingo, 18 de outubro de 2009

UNIVERSIDADE OESTE NORTE

"Está em fase embrionaria o desenvolvimento da ideia de constituição da universidade Oeste Norte. Que teria sede administrativa em Alcobaça e sede social na Lourinhã, na casa do Oeste, e polos na Lourinhã, Caldas da Rainha, Benedita , Pataias e Nazaré."
Notícia publicada no Jornal das Caldas de 14 outubro 09

O Movimento São Martinho para Caldas, constata uma vez mais o desprezo que esta Terra continua a ser votada pela C.M.A. e demais instituições com responsabilidade no progresso e desnvolvimento regional.
Os responsaveis por este projecto, parecem desconhecer ou querer ignorar, o papel importantissimo que São Martinho do Porto, teve no plano educacional e cultural na região, desde o final do século XIX.
Em São Martinho do Porto, continua a existir o edificio do colégio José Bento da Silva, em muito bom estado de conservação, por onde passaram, importantes personalidades deste País, e que oferece excelentes condições para um polo universitário. Não respeitando o testamento do doador é hoje ocupado pela Junta de Freguesia.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ENTREVISTA EM DIRECTO EM 94.8 FM

O Movimento São Martinho para Caldas estará numa entrevista, em directo, no dia 17 de Outubro (sexta-feira), entre as 19h e as 20h (programa Oeste Magazine), na rádio 94.8 FM, com estúdios nas Caldas da Rainha.

domingo, 11 de outubro de 2009

Eleições Autarquicas em São Martinho do Porto

O movimento São Martinho para Caldas, felicita a Força Viva pela sua vitória.

domingo, 4 de outubro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A HISTÓRIA DO COMBÓIO AMERICANO

 
COMBOIO   AMERICANO


O Caminho de Ferro Americano é instalado na Marinha Grande por volta do ano de 1856. Foi construído inicialmente com carris de madeira, conforme o projecto traçado pelo Engenheiro Joaquim Simões Margiochi.

Este fazia a ligação entre a Marinha Grande (desde a estação de Pedreanes passando em frente da Real Fábrica de Vidros) e  São Martinho do Porto. Para lá transportava os produtos do pinhal, de retorno trazia areia, calcário, pedra e cal, servindo assim as duas manufacturas locais,
a resinagem e a fábrica dos vidros.

O comboio era constituído por nove vagões de carga e um de passageiros e era puxado nas subidas por dois bois e nas descidas o seu próprio peso fazia com que se deslocasse velozmente.

Por volta de 1861,época áurea de crescimento industrial, o primitivo caminho de tábuas seria renovado, com a sua substituição por carris de ferro que permitiam um melhor deslize.
Ainda hoje existem as duas antigas estações de Pedreanes e São Martinho do Porto, cuja arquitectura é igual pois foram ambas construídas no mesmo ano.




Apesar do caminho de ferro ter fomentado o progresso e modernizado a Marinha Grande e o país, a antiga estação encontra-se ao abandono, e vai servindo de armazém/garagem para as pessoas que ali vivem. É uma pena que nada se faça para preservar o local e a sua memória.
Informação retirada daqui


O FIM DA LINHA!! QUE TRISTEZA!!!!










Notas de História Regional – XLIII
 

A Marinha Grande nos 150 anos do caminho de ferro
>>  Comemora-se hoje, 26 de Outubro de 2006, século e meio da primeira viagem oficial de caminho de ferro em Portugal.
Passava pouco das dez da manhã de 26 de Outubro de 1856, quando o Cardeal Patriarca de Lisboa, na presença da família real, corpo diplomático e altos dignitários, procedeu à bênção das locomotivas que da estação de Santa Apolónia, iriam rebocar as duas primeiras composições com destino ao Carregado, ponto terminal da nossa primeira linha ferroviária.
À inauguração não pode estar presente o ministro Fontes Pereira de Melo, um dos mais entusiastas defensores da implantação dos caminhos de ferro em Portugal.
Terminada a cerimónia, a família real e o corpo diplomático, tomaram lugar no primeiro comboio, composto de 14 carruagens, rebocadas por duas locomotivas, que partiu ao som das salvas disparadas do castelo de S. Jorge.
Pouco depois, uma segunda composição, de nove carruagens, seguia o mesmo destino, com os accionistas da Companhia Real e seus convidados.
À chegada ao Carregado foi servido um banquete a expensas da Companhia, num pavilhão real, armado expressamente para a ocasião.
Escasso quarto de século havia decorrido, desde que os ingleses George Stephenson e seu irmão Robert, em Setembro de 1825, se tinham aventurado a apresentar a público a sua locomotiva "Rocket", uma invenção que revolucionaria o mundo, rodando lentamente na arcaica linha montada entre Liverpool e Manchester.
Um comerciante de Liverpool, teria jurado comer uma roda de locomotiva estufada, se alguma vez um comboio andasse a dez milhas à hora. Os sarcasmos dos cépticos depressa caíram por terra, quando a nova “Northumbrian" de Georges Stephenson galgou a linha de Liverpool a Manchester à velocidade de vinte milhas horárias.
O caminho de ferro chegou a Portugal no mear do século XIX, cuja primeira metade ficou marcada por uma caterva de calamidades, desde as Invasões Francesas entre 1807 e 1811, às lutas liberais que duraram -até 1834, as sedições militares e as duas guerras civis que trouxeram o povo em armas até finais de 1840, deixando o país exangue.
Com a Regeneração, uma plêiade denotáveis homens de estado, entre os quais sobressaiam vultos como Fontes Pereira de Melo, o Duque de Loulé, Rodrigo da Fonseca, o Visconde da Atouguia, e outros, deram início a uma política de fomento e modernidade, cujo principal cavalo de batalha era o caminho de ferro.
Ora, a história da Marinha Grande em matéria de caminhos de ferro é contemporânea da inauguração do primeiro troço de via férrea. Com efeito, e como provam os documentos já publicados pelo distinto Engenheiro Silvicultor, professor C.M. Baeta das Neves, data de 4 de Dezembro de 1856 o despacho do Ministério das Obras Públicas que manda proceder à imediata construção do primitivo troço de caminho de ferro americano, em rails de madeira, conforme o projecto traçado pelo Engenheiro Joaquim Simões Margiochi, "para a construcção do caminho de madeira dos pinhaes de Leiria ao porto de S. Martinho".
Com tracção animal, o velho caminho de tábuas seria renovado em 1861, com a sua substituição por carris de ferro, conforme posterior documentação já publicada pelo Engenheiro Arala Pinto.
Por 1861 vivia-se uma época áurea de crescimento industrial. Como crescimento das vias férreas, o país estava sedento de ferro é a prospecção mineira na região de Leiria, rica em ferro e carvão vegetal, levava à criação da Portuguese Iron and Coal Company por escritura lavrada em Londres a 31 de Março de 1863. Esta companhia, denominada na sua versão portuguesa por Companhia das Minas de Ferro e Carvão de Portugal, tinha como figuras cimeiras no nosso país, o Visconde de Azarujinha e Jorge Croft, este último, concessionário da maioria das explorações mineiras do Distrito de Leiria.
É esta companhia que vai construir o Alto Forno de Pedreanes, inaugurado em 6 de Março de 1866, com grande pompa e circunstância, tendo como mestre de cerimónias o Marechal Saldanha.
Quase apagado na memória local, apesar da intervenção arqueológica dirigida anos atrás pelo Prof. Jorge Custódio, que publicou um pequeno livro a propósito, sabe-se hoje pela documentação recentemente descoberta, que o alto forno de Pedreanes, e confirmando já o avançado por Jorge Custódio, foi um projecto imenso, infelizmente perdido, nele colaborando grandes engenheiros de minas e técnicos de siderurgia, como o seu director Henry Gould, o galês John Gower, que dirigiu a construção das infraestruturas, cuja estrutura principal tinha 12 metros de altura, o engenheiro de minas Linten, e Edward Riad.
Edward Riad e John Gower, vieram directamente da índia, onde tinham construído e colocado em funcionamento os primeiros altos fornos construídos pelos ingleses na sua colónia indiana.
Creio firmemente, que a renovação do caminho de ferro americano em 1861, ordenada, pelo Duque de Loulé, visava já o projecto de Pedreanes, porque o alto forno de Pedreanes não pode ser olhado por um prisma isolado. Lembremos que a própria estrada Leiria-Marinha, no seu 2° lanço entre a Barosa e Marinha, só é arrematada em 5 de Fevereiro de 1864 ao construtor José Domingues Eduardo, outro nome esquecido, que chegou a ser deputado à Câmara de Leiria pela Freguesia da Marinha Grande.
A verdadeira dimensão de Pedreanes, é-nos dada, quer pelo relatório enviado ao Governo, já com o alto forno em plena produção, pelo engenheiro de minas Frederico de Vasconcellos Pereira Cabral, em 28 de Abril de 1866, onde ficamos a conhecer a potência das duas máquinas a vapor e os diversos mecanismos, quer pelos contratos estabelecidos por Henry Gould para o abastecimento de combustível e minério: só por exemplo, a Júlio Augusto Lino, da Marinha Grande, são adjudicados os carretos de três mil carradas de pinheiros, bem como vinte e cinco carradas por dia de minério e carvão, só das minas de Pinheiros, Marrazes e Barosa.
Foi ainda a Companhia de Minas de Ferro e Carvão de Portugal, quem iniciou os modernos trabalhos de mineração na bacia mineira do Leria, algo que ficou, talvez propositadamente, esquecido na exposição sobre as minas do Leria, recentemente organizada pela Câmara Municipal da Batalha.
Neste ano dos 150 anos do caminho de ferro em Portugal, e dos mesmíssimos 150 anos do caminho de ferro na Marinha Grande, o mesmo ano em que o Governo Brasileiro, em Fevereiro passado, inaugurou com grande pompa a primeira fase do restauro e conservação dos vestígios arqueológicos dos altos fornos de Ipanema, erguidos sob a direcção de Guilherme Warnhagen, a quem a Marinha Grande tanto ficou a dever, um homem do ferro que veio para Portugal para modernizar a velha fundição da Foz da Ribeira de Alje, só mesmo a Marinha Grande poderia desprezar a oportunidade de comemorar condignamente os 140 anos da inauguração do primeiro alto forno construído em Portugal, um projecto de tal envergadura, que só em 1961, quase um século decorrido, Portugal viria a ter de novo capacidade para erguer os altos fornos da Siderurgia Nacional.
Também a 6 de Novembro próximo, passam 170 amos da publicação do Decreto de 6 de Novembro de 1836, pelo qual a Marinha Grande foi elevada pela primeira vez a Concelho. Sabe-se hoje quem foram os autarcas, qual o trabalho desenvolvido e porque soçobrou essa primitiva autarquia. Uma caterva de documentação, ainda inédita, a ser publicada e interpretada, permitiria compreender os meandros da política, os interesses particulares, a implantação da maçonaria, todo um conjunto de factores que, no seu contexto e no seu tempo, não permitiram e adiaram a restauração do concelho da Marinha Grande até 1917.
Neste ano de aniversários, com os caminhos de ferro em figura de proa, teria sido ainda o ano exacto para, de uma vez por todas, restaurar completamente e colocar a funcionar a velha locomotiva do comboio de lata, novamente a apodrecer nos estaleiros municipais, após o auspicioso restauro de 1997 por iniciativa da Junta de Freguesia.
150 anos do caminho de ferro na Marinha Grande; 140 anos da inauguração do Alto Forno de Pedreanes; 170 anos da primeira elevação da Marinha Grande a Concelho!
Demasiadas oportunidades perdidas, que poderiam contribuir decisivamente, sem grandes dispêndios, para ajudar a fazer entrar a Marinha Grande pela porta grande dos roteiros culturais nacionais.

Autor: Hermínio Freitas Nunes
Fontes de Consulta: >> in:  Jornal da Marinha Grande |  edição de 26.10.06

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

DESDE O DIA 12/8/2009, OS CONCELHOS DE ALCOBAÇA E NAZARÉ ESTÃO INTEGRADOS NA ENTIDADE REGIONAL DE TURISMO DO OESTE

Decreto-Lei nº 187/2009 de 12-08-2009

Reconhecendo ser essencial a cooperação e o suporte regional para a concretização da política de turismo, foi preocupação deste governo reorganizar os organismos regionais de turismo. Neste âmbito, foram criados, com a aprovação do Decreto-Lei n.º 67/2008, de 10 de Abril, cinco áreas regionais de turismo e seis pólos de desenvolvimento turístico, com o objectivo, por um lado, de assegurar a cobertura de todo o território nacional (cobertura que os 27 órgãos regionais e locais que anteriormente existiam não conseguiam assegurar) e, por outro, de permitir que cada um dos organismos regionais tivesse uma entidade dinamizadora e interlocutora junto do órgão central do turismo.

Decorrido um ano sobre a aprovação do novo modelo, mostra-se necessário proceder à alteração da composição dos pólos de desenvolvimento turístico de Leiria-Fátima e do Oeste, verificando-se que os municípios de Alcobaça e Nazaré, actualmente integrados no pólo Leiria-Fátima, revelam maior afinidade territorial com a região do Oeste, e uma maior vocação para contribuir para a formação da oferta turística deste pólo.

Assim, de forma a garantir uma maior eficiência de gestão e a consolidação dos produtos turísticos que melhor contribuem para formar e afirmar a oferta dos dois referidos pólos, optimizando o seu desenvolvimento em termos turísticos, altera-se a respectiva composição, deixando os municípios de Alcobaça e de Nazaré de integrar o pólo de desenvolvimento turístico de Leiria-Fátima, passando a integrar o pólo de desenvolvimento turístico do Oeste.

Foi ouvida a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

Assim:

Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Voltar ao Sumário do DR nº 155/2009 Ser. I

Remissões

Decreto-Lei nº 67/2008 de 10-04-2008

Regime Jurídico das Áreas Regionais de Turismo de Portugal Continental e dos Pólos de Desenvolvimento Turístico

Lei Constitucional nº 1/2005 de 12-08-2005, Artigo 198.º - (Competência legislativa)

Constituição da República Portuguesa - Republicação

Decreto de Aprovação da Constituição nº CRP 1976 de 10-04-1976

Constituição da República Portuguesa

SÃO MARTINHO TAMBÉM PODE SER ACESSIVEL!


SÃO MARTINHO TAMBÉM PODE SER ACESSIVEL


De membros da Associação ACAPO, veraneantes habituais de São Martinho do Porto à largos anos, enviaram-nos algumas fotos com o seguinte comentário:

"São Martinho também pode ser acessível".

O nosso movimento agradece a estes associados a colaboração, reconhecendo que a Câmara de Alcobaça não tem critérios específicos nesta matéria.

Os nossos passeios quando existem, numa maioria são “ratoeiras” para todos, mas em especial para os invisuais.

Nos últimos anos, autorizou-se de tudo! Construções novas sem passeios, outros sem alinhamentos, outros sem as larguras suficientes, o que se autorizou sim! Foi, aquilo que dava jeito aos interesses instalados!

Infelizmente e graças à Câmara de Alcobaça, “o futuro de São Martinho está comprometido”, os nossos passeios não têm largura suficiente ou não existem. Foram planeados e projectados sem prever o futuro.

Nos que existem, foi autorizado de tudo! Depósitos para garrafas de gás, degraus, sinalética, postes de iluminação, árvores, contentores do lixo, caixas da EDP, e até estacionamento para carros, etc,etc!

É também por por estas e por outras que São Martinho quer voltar para Caldas!!!








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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

CENTRO DE SAÚDE DE SÃO MARTINHO É MAIS UM CENTRO PROVISÓRIO!!!

MAIS UMA INAUGURAÇÃO PROVISÓRIA!

Já não temos conta quantas foram as inaugurações provisórias!

Os responsáveis da Câmara de Alcobaça, certamente não esperavam a reacção da população de São Martinho, contra o fecho do seu centro de saúde, que não podia também deixar de ser provisórias.

O nosso movimento tem conhecimento que o encerramento do centro de saúde, foi provocado pelo actual executivo da Junta de Freguesia.

A este assunto concretamente refere-se o oficio Nº103/09 de 03/03/2009, cuja cópia se encontra em nosso poder.

Fazendo uma leitura atenta ao documento, leva-nos a concluir que o presidente da Junta de Freguesia, já teria chamado a atenção dos responsáveis, nomeadamente presidente da Câmara de Alcobaça, do estado degradado e sem condições, que aquele centro tinha.

A nossa pergunta é simples!

Como já era sabido que aquele espaço não cumpria os requisitos necessários para o funcionamento regular, porque é que a Câmara não actuou mais cedo?

Porque deixou aquele centro de saúde estar aberto com falta de condições?

A Câmara Municipal, como órgão autárquico superior, deveria ter diligenciado esforços para a construção/adaptação de um outro edifício desde que o anterior (na Rua José Bento da Silva) deixou de funcionar (se não mesmo antes disso).

Os serviços de saúde, são dos mais elementares e prioritários serviços que qualquer país deverá prestar às suas populações. Os autarcas que gerem os nossos impostos, têm o dever de saber gastar o nosso dinheiro. Mudar constantemente as instalações provisórias, denota, a falta de visão que os dirigentes concelhios têm para responder aos principais problemas, e necessidades das populações.

Um investimento num centro de saúde novo, com condições teria prioridade sobre qualquer obra megalómana de estética. Obras que infelizmente que se tem visto, por São Martinho, e que reafirmamos que são de fachada.

Senhor presidente da Câmara o que São Martinho precisa são infra-estruturas, não de caprichos vaidosos. O bem-estar dos saomartinhenses, amigos e fregueses, deveriam estar primeiro.

Por ultimo Sr. presidente, distribuir convites para inaugurar um centro de saúde, no dia seguinte da sua inauguração, não é brincar com esta população? Por tudo isto entendemos nesta conformidade estamos perante um golpe no período eleitoral, cujo golpe pela sua intenção repudiamos.


É POR ESTA E POR OUTRAS QUE SÃO MARTINHO QUER MUDAR PARA CALDAS, para poder ter um centro de saúde condigno!!!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

MAIS UM CENTRO DE SAÚDE PROVISORIO INAUGURADO NA NOSSA TERRA

------HOTEL PARQUE – CLASSIFICAÇÃO COMO BEM DE INTERESSE

------HOTEL PARQUE – CLASSIFICAÇÃO COMO BEM DE INTERESSE


MUNICIPAL – PROPOSTA DE DECISÃO FINAL --Da documentação consta uma circunstanciada informação do arqueólogo da Câmara, António Figueiredo:

5003 metros quadrados

1910 Habitação do emigrante brasileiro (natural de smporto) António Rosa...

1930/40 Pensão e Hotel Rosa...

1950 Hotel Parque...

Só poderá ser classificado de Imóvel de Interesse Municipal, com base no nº 4 dor art.º 94º da lei 107/2001 de 8 de Set..



DR Cultura LVTejo discordou da pretensão de ser classificado Monumento Nacional



Aprovado por unanimidade.



Voto a favor, mas lembro que há um histórico a trazer à colação:

no meu 1º mandato, 98/2001, com o Vereador Rui Coelho no pelouro das Obras Particulares e o Arq Fernando Matias, como Director de Departamento, foi licenciado aquele volume de apartamentos, com aquela cércea e com a ocupação de 1 dos courts de ténis do Parque, porque o promotor se comprometeu a restaurar o Hotel Parque.

Até agora não cumpriu o compromisso...

Acho que deveria ter havido pressão junto do promotor e proprietário AMITUR/Coutinho.



Vice-presidente diz que se fez pressão, mas assim, com esta decisão, ficamos todos mais confortados.

Vai

1 Set 2009. 129º RRRR. 2005/2009


Registo Pessoal do Vereador eleito pela CDU, Rogério Raimundo, da Reunião da CM Alcobaça, cuja intervenção e comentários estão registados a verde e a vermelho

terça-feira, 1 de setembro de 2009

VIAGEM POR SÃO MARTINHO

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

CORREIO DA MANHÂ com a Noticia e as suas mensagens de opinião

DESCUBRA AS DIFERENÇAS DAS DUAS CÂMARAS!!!

 

 

 

 
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- Ambos são hotéis
- Um nas Caldas da Rainha outro em São Martinho do Porto

O que obrigou a Câmara das Caldas, para a construção de um Centro Comercial?
Recuperação do hotel como unidade hoteleira, manutenção do seu logradouro, construção de acessos,e estacionamentos exteriores.

O que obrigou a Câmara de Alcobaça para construção de uma tontice de Apartamentos?
Autorização da construção de prédio cheio de apartamentos sem estacionamentos exteriores,  alinhamento sem critério, de modo que não deixou  passeios com largura suficiente!
Permitir que o Hotel do Parque seja um prédio abandonado, degradado, sem obrigar o seu proprietário a sua conservação.
Ninguém conhece as obrigações! Só sabemos que já foi alvo de um principio de incêndio, que foi extinto pelos Bombeiros de São Martinho!
E sabemos que condicionou o crescimento daquela Rua para se poder criar uma grande Avenida!!!

É mais uma  razão porque  queremos mudar para Caldas.

Dia 1 de Setembro irá haver uma reunião de Câmara que vai decidir o futuro desta nossa JÓIA!
O que sairá daquela reunião?
Temos de estar atentos!
Será que vai suceder o mesmo que sucedeu à Casa das Palmeiras?
Ou terá o fim que estão a dar à Estação de Caminho de Ferro Americana?

São Martinho tem de estar unido e mobilizado para ver o que sai daquelas cabeças.


28/Ago/2009
OT da Reunião de Câmara.extraordinária.1.set.2009. terça.14h
Ordem de trabalhos da reunião extraordinária do executivo municipal, a realizar no próximo dia 01 deSetembro de 2009, pelas 14,00 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com
a seguinte ordem de trabalhos:----------------------------------------------------------------------
1.
------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA VINTE E SETE
DE AGOSTO DE DOIS MIL E NOVE ------------------------------------------------------------
(DIVERSOS) 2.
------ TERRA DE PAIXÃO, ENTIDADE EMPRESARIAL MUNICIPAL –
PROPOSTA----------------------------------------------------------------------------------------------
(DIVERSOS) 3.
------HOTEL PARQUE – CLASSIFICAÇÃO COMO BEM DE INTERESSE
MUNICIPAL – PROPOSTA DE DECISÃO FINAL --
Publicada por Rogério Manuel Madeira Raimundo em 16:53
Etiquetas: agenda, empresa municipal, interesse municipal, ordem de trabalho reunião câmara, smporto

Retirado de http://uniralcobaca.blogspot.com/2009_08_23_archive.html

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A DRAGAGEM DA BAÍA Jornal Caldas

O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, I.P. (IPTM), aprovou o Processo de Concurso Público para a empreitada de Dragagens de Manutenção da Baía de S. Martinho do Porto.
Esta intervenção, cujo investimento será de cerca de 440 000 euros, irá repor as condições de transposição da barra e canal de acesso ao cais.
A realizar num período de três meses, a empreitada prevê a dragagem na zona da barra à cota de -4m, numa extensão de 60 metros, com uma largura de 40 metros, associado a um canal 90 metros de comprimento e 40 metros de largura, à mesma cota.
A partir da barra será dragado para o interior da baía um canal de acesso ao cais, numa extensão de 300m por 40m de largura de rastro, à cota de -3m, associada a uma pequena bacia de estacionamento, junto ao cais, dragada a -2m.
Estas dragagens, totalizarão cerca de 31 500m3 de areias e siltes, a imergir ao largo.

In jornaldascaldas.com

terça-feira, 25 de agosto de 2009

COMUNICADO À POPULAÇÃO DE SÃO MARTINHO DISTRIBUIDO NO DIA DO ABRAÇO Á BAÍA

À População de São Martinho do Porto

De novo, um grupo de cidadãos de diferentes inclinações políticas, uns naturais e residentes e outros apenas residentes, reúne-se e recria este Movimento com o objectivo de atribuir à nossa Terra um destino diferente, mais prometedor e risonho.
Assim, o grupo envidará diligências no sentido de chamar à atenção para se recuperar e manter o património natural e paisagístico — tão mal tratado nas últimas décadas. Este Movimento pretende ainda ”dar mais vida” à Vila, pugnando por um progresso sustentado, apetrechando a Terra com infra-estruturas que, efectivamente, coloquem São Martinho do Porto no mapa. Mas, sublinhe-se em todas as Estações do ano.
Como está, é triste dizê-lo, está mesmo mal. Metade de Julho, o mês de Agosto e metade de Setembro, o que é?! Queremos vida própria na Vila durante todo o ano!
À nossa volta vamos assistindo ao desenvolvimento de outros Concelhos e Freguesias.
Por cá pouco ou nada vemos. E os poucos que vemos têm muito de destruição que, em alguns casos, é irrecuperável. O que herdámos da Mãe Natureza e o que os nossos antepassados, humildemente, preservaram e criaram ao longo de gerações, vai sendo deitado abaixo em nome de qualquer coisa que, em boa verdade, queremos desconhecer e não aprovamos.
Por isso amigos e caros cidadãos, é altura de dizer basta. É altura de discutirmos um Plano para São Martinho e de lutar por ele.
É mesmo por isso que, cansados da interioridade que a Câmara Municipal de Alcobaça nos ”impinge”, pretendemos nova sorte, outro destino. Pendurados em Alcobaça, que não se desenvolve nem deixa desenvolver, não vamos a lado nenhum.
Pretendemos o regresso ao Concelho das Caldas da Rainha. Sim, o regresso! Dizemos regresso, porque já lá estivemos.
É bom lembrar. Durante 336 anos (1518 a 1854) fomos Sede de Concelho. Mas os rios de Alfeizerão e de Tornada, com o transporte permanente de areias e lixos, asfixiaram a Baía.
Algumas dragagens foram efectuadas. Mas pouco resolveram. O desvio do caudal daqueles rios aponta para a solução ideal.
Assim, com o progressivo assoreamento da Baía e o aparecimento do caminho de ferro, o porto, com largo historial, entra em acentuado declínio. A importância da Vila cai.
Em 24 de Outubro de 1855 o Concelho é extinto passando para o Concelho de Alcobaça. Contudo, no ano de 1895, a Vila de São Martinho é integrada no Concelho das Caldas da Rainha, onde permaneceu apenas até 1898, voltando ao Concelho anterior, a que ainda hoje pertence.

É assim que referimos e defendemos: O regresso ao Concelho das Caldas da Rainha!

Para acompanhar e participar com o Movimento consulte o nosso blogue:

http://saomartinhoparacaldas.blogspot.com

Mensagens para o email: saomartinhoparacaldas@gmail.com

São Martinho do Porto, Agosto de 2009
O Movimento São Martinho para Caldas

O CORREIO DA MANHÃ E AS NOTICIAS DO NOSSO MOVIMENTO

domingo, 23 de agosto de 2009

ABAIXO ASSINADO DOS PESCADORES DA NOSSA TERRA

Foi entregue ao presidente do Instituto Portuário dos Transportes Marítimos com cópia para o Capitão – Tenente da Capitania do porto da Nazaré um abaixo-assinado com data de 12 de Junho 2009, tendo como primeiro signatário o SR. João Armando Martins Caçoila, de profissão pescador, pedindo com urgência a dragagem da baía da vila de São Martinho, com o fim de ser reposta a segurança da navegação e evitar eventuais acidentes.

O movimento São Martinho para Caldas não pode deixar de se associar a estes profissionais de pesca, e lamentar que a Câmara de Alcobaça só saiba dizer através da comunicação social que “resolveu o problema de desassoreamento da Baía”e “que colocou São Martinho no mapa”(Diário Leiria 11 de Agosto 09).
Então em que ficamos Senhor Presidente? Está resolvido o problema da dragagem?
Parece-nos que o Senhor não percebe nada disto! Ou então são os pescadores que não percebem nada de navegação! Tudo isto dá vontade de RIR e depois CHORAR!!!

É por estas e por outras que queremos mudar para o concelho das CALDAS da RAINHA.

RESPOSTA AO DR. SAPINHO ÀS SUAS DECLARAÇÕES no DIÁRIO de LEIRIA de 10 Agosto 09

Perdoem-me, mas não recordo a data em que o Sr. Presidente da Câmara de Alcobaça, teceu comentários sobre piscinas no Concelho, recordando que foi recentemente.

Dizia nesses comentários, o tal Sr. Presidente, mais ou menos isto “Alcobaça faz piscinas e as Caldas da Rainha, faz tanques”, sic..

Um Edil, não pode, não deve, entrar em picardias deste estilo, isso só demonstra que se encontra em desespero. Sabe-se lá porquê!

Até porque e talvez o Sr. Presidente se referisse ás piscinas que se encontram concluídas em Salir do Porto. Pois é, concluídas mas por inaugurar. Mas repare-se, haverá melhores piscinas do que a linda Baía de S. Martinho do Porto? Estas sim Sr. Presidente da Câmara de Alcobaça, é que são piscinas que foram feitas não pela Câmara de Alcobaça, mas sim pela Natureza.

Deixe-me perguntar-lhe, o que tem sido feito pela Câmara para preservar, cuidar, manter, melhorar por esta grande e linda Baía?

No tempo em que eu era menino, servia a Baía de porto de abrigo de muitos barcos de pesca, principalmente oriundos da Nazaré, Peniche e outros. Nesta altura criticava-se os pescadores e armadores destes barcos de prejudicarem a Baía com a toda a poluição que os mesmos faziam. Efectivamente, havia uma ponta de razão para tais criticas, e hoje? Aliás e nos anos, já muitos, a esta parte o que é que se fez para, despoluir, cuidar preservar, melhorar a nossa linda Baía?

Se não se importa(am), eu respondo. Brinca-se as Etares, brinca-se aos desassoreamentos, constrói-se nas zonas envolventes, etc., etc.

Por favor, deixem-me pertencer ao Concelho das Caldas da Rainha, pois esta grande e Bela “piscina”, Baía, já foi inaugurada. Também e porque, não obstante ter nascido na Vila de S. Martinho do Porto, há 55 anos, Concelho de Alcobaça, gostava de tornar à minha Terra Natal, a fim de ali acabar os meus dias, como pertencente ao Concelho das Caldas da Rainha.

Obrigado e Viva S. Martinho do Porto, as suas gentes e amigos.

Saúde para todos.

João José Bernardo

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

NOTICIAS DO NOSSO MOVIMENTO NO JORNAL DAS CALDAS

Como fala o coração de um natural de São Martinho

Sou mais um dos indivíduos que teve a felicidade da Srª minha mãe me ter dado à luz na linda Vila de S. Martinho do Porto. Mas não foi por acaso, pois todas as minhas origens são dessa referida, linda Vila.
Quis o destino de que me tivessem levado para uma outra então Vila, hoje cidade de Vila Franca de Xira, isto com a tenra idade de 6 meses. Dali parti para outros destinos.
Os meus progenitores, nunca, felizmente, perderam o contacto com S. Martinho do Porto e eu assim fui crescendo, fortalecendo os meus alicerces, os quais, podem crer, são puros, honestos e em nada estão “minados” com a postura anti-social que algumas, felizmente poucas, pessoas se alimentam.
Contactei durante a minha vida profissional com muito tipo de indivíduos, indivíduos esses de vários extractos sociais, etnias e religiões. Em todas estas e outras formas de estar na vida cruzei-me com todo o tipo de indivíduos, violentos, hostis, enraizados e desenraizados da sociedade, etc.. Mas uma coisa eu verifiquei. Todos, mas todos eles, de uma forma ou doutra, não renegaram a sua identidade, as suas raízes, os tais alicerces que lhes deram e que eles, todos, todos eles, foram fortalecendo.
Este pequeno intróito apenas serve para que quem possa vir a ocupar um pouquinho do seu tempo a lê-lo, posa vir a ter uma ideia do indivíduo que tem na sua presença. Assim, e como já se aperceberam sou um dos muitos naturais de S. Martinho do Porto, que embora não seja residente, até ao momento, nunca perdi o contacto com a Vila.
Dos contactos havidos e naturalmente com os meus avós, sempre fui ouvindo, deles e das conversas tidas com outros, na minha presença, da ou das pretensões de fazerem parte do Concelho das Caldas da Rainha e não do Concelho de Alcobaça. Até porque a sua cultura em todo o seu esplendor se encontrou sempre, mas sempre, ligada à cidade das Caldas da Rainha.
Desde então, e isto, acreditem, pois e embora me tivessem, como a todos nós, construído os alicerces da vida, nós ao crescermos fomos criando a nossa estrutura. Isto para que fique bem claro de que o que eu hoje sinto, sinto-o por mim próprio e não pelo ambiente onde fui criado. Prova é de que e embora, felizmente ainda tenha os meus pais comigo, estes adorariam que eu estivesse junto deles, residindo em S. Martinho do Porto, mas eu optei por me retirar profissionalmente da cidade de Lisboa, vindo residir para o Concelho das Caldas da Rainha.
Nunca poderia ir residir para a cidade de Alcobaça, dados todos os inconvenientes que são de todos nós conhecidos e que são incontornáveis. Basta verificar-mos a zona Geográfica onde se encontram, São Martinho do Porto – Caldas da Rainha – Alcobaça. Só não vê quem não quer, ou então……
Sem pretender alongar-me mais, podendo até, vir a incomodar algumas pessoas, apenas sugeria que e dado que o movimento, (São Martinho do Porto para Caldas) graças a NÓS, se encontra vivo, pois nunca se perdeu. Dizia, sugeria que fosse efectuado um referendo sobre o assunto, solicitando desde já a opinião de outras pessoas, fosse de que tipo fosse. Obrigado.
Amigos de São Martinho do Porto, até sempre, ou até breve. Desejava do fundo do coração de um dia poder vir a viver e acabar os meus dias na Vila de São Martinho do Porto - Concelho das Caldas da Rainha.
Saúde para todos!
João José Bernardo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Artigo do DIário de Leiria de 11 Agosto 09


Movimento quer S. Martinho do Porto integrado nas Caldas
Um movimento de cidadãos residentes em S. Martinho do Porto, Alcobaça, está a desenvolver algumas iniciativas com vista a uma eventual integração daquela vila no concelho de Calda das Rainha.
Este movimento começou a ‘luta’ há 12 anos, com a recolha de 3. 500 assinaturas para a organização do processo com vista à passagem da vila para o concelho caldense, mas acabaram por desistir da ideia, alegando falta de apoio da então Junta de Freguesia. “Como passaram 12 anos e as coisas não melhoraram em S. Martinho do Porto decidimos reactivar o movimento para lutarmos pela mudança de concelho”, explicou António Costa, líder do movimento reactivado há poucas semanas.
Segundo o responsável, a “insatisfação generalizada” de residentes na vila, pela falta de investimento na zona balnear nas áreas da construção e nos transportes públicos, são as razões que levaram o movimento a retomar a actividade e avançar com novas iniciativas, entre as quais a circulação de um abaixo-assinado para recolha de assinaturas.
“Este será o primeiro passo que iremos dar e irão realizar-se outras que serão reveladas nos próximos meses”, acrescenta António Costa, principal promotor do movimento independente cujo único objectivo é “lutar pelo bem-estar das pessoas de S. Martinho do Porto”.
Caso ocorra a mudança para o concelho vizinho, o líder do movimento considera que a vila irá beneficiar, não só pela proximidade, mas por ficar “mais bem servida” de uma rede de transportes públicos e “melhorias” nas áreas da educação, comércio, lazer e cultura. “As Caldas são o destino natural de quem vive e reside em São Martinho. Por seu lado, Alcobaça só está ligado a S. Martinho com o objectivo de retirar mais-valias. Infelizmente, nesta terra só se fazem obras de fachada, para ‘inglês ver’”, defende o líder do movimento.
Gonçalves Sapinho, presidente da Câmara de Alcobaça, afirma que nos últimos 12 anos “não houve nenhum ‘cristão’ que tivesse levantado aquilo tipo de barbaridades”, e que “em 500 anos não foram feitas obras em S. Martinho que sejam equiparadas às realizadas nos últimos 12 anos”.
O autarca lembra que foi este executivo que “resolveu o problema do desassoreamento da baía”, que “colocou S. Martinho no mapa” e adjudicou a construção de uma ciclovia entre Alfeizerão e a vila balnear. “Enquanto a autarquia das Caldas constrói tanques, a de Alcobaça faz piscinas”, lembra Gonçalves Sapinho, realçando que os residentes em S. Martinho não devem querer que a vila tenha “tratamento similar” aos que moram em Salir do Porto, concelho de Caldas da Rainha.
O presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, Manuel Pereira, considera não fazer “qualquer sentido” a passagem da vila para o concelho vizinho, pelo facto dessa mudança “não trazer benefícios” para a zona balnear.

Mário Pinto

OESTE ONLINE de 14 Agosto

Criado blogue na Internet
São Martinho para Caldas Foi criado na Internet um blogue que apela à mudança de São Martinho do Porto do concelho de Alcobaça para o de Caldas da Rainha.

A discussão não é nova, mas nos últimos anos não conheceu desenvolvimentos, mas este movimento ressurgiu, e tem como objectivo “angariar o apoio dos residentes, naturais, fregueses e amigos de São Martinho, com as suas sugestões, críticas, tendo unicamente como objectivo a mudança desta freguesia para o concelho das Caldas da Rainha”.

A razão desta mudança de concelho pela qual iremos todos lutar, não tem fins político-partidários, é independente e o nosso único objectivo é o bem-estar das pessoas de São Martinho”, manifestam os promotores do blogue, que pode ser consultado em http://saomartinhoparacaldas.blogspot.com.

A Gazeta das Caldas com as noticias do nosso Movimento

Movimento reclama passagem de S. Martinho para concelho das Caldas



Foi pela “passividade do Município de Alcobaça para com esta freguesia”, que surgiram recentemente na Internet ecos de um movimento que defende que a freguesia de S. Martinho do Porto passe a ser integrada no concelho das Caldas.

Em saomartinhoparacaldas.blogspot.com dá-se a conhecer um movimento cuja intenção já não é nova, mas estava adormecida há alguns anos. O movimento reaparece agora por culpa “do poder político instalado no nosso actual concelho de Alcobaça” e que luta por uma mudança que, afirmam os mentores, “não tem fins político-partidários e é independente”. O objectivo, defendem, é só um - o bem-estar das pessoas de São Martinho do Porto.

“São Martinho sempre esteve virado para Caldas”, garantem, apontando como provas a rede de transportes públicos e a rede viária, as escolas, o comércio, o lazer a cultura e o trabalho. “As Caldas são o destino natural de quem vive e reside em São Martinho. Por seu lado, Alcobaça só está ligado a São Martinho com o objectivo de retirar mais-valias. São as receitas que os preocupam; não é a terra nem os seus habitantes!”. Receitas cujo produto, acusam os autores do espaço virtual, “não teve retorno para São Martinho”.

A descaracterização da vila é uma das principais acusações feita pelo movimento. “Destrói-se o que está bem, não se faz manutenção, nunca se investe em infra-estruturas básicas essenciais em qualquer sociedade e o que é preciso é fazer prédios com elevada volumetria sem respeito pela terra e pelas pessoas”, apontam.

Já entre as razões pelas quais reclamam esta mudança de concelho, a lista é extensa e dela destacam-se a falta de estacionamento, tanto para autocarros como para viaturas ligeiras, de passeios e de acessos para barcos à baía, de áreas de lazer, ligação da praia à variante rodoviária, de uma rede de esgotos que acompanhe o crescimento, a ausência de preservação do património inventariado no Plano Director Municipal, como o Hotel do Parque e os poços árabes que ali existem.

A ciclovia que liga a vila a Alfeizerão é também criticada neste blog. Mas a maior falha apontada é o Centro de Saúde, cujas instalações – que eram provisórias há vários anos – foram encerradas no passado mês de Junho, tendo os serviços sido transferidos para a Extensão de Saúde de Alfeizerão. “Só temos edifício de Junta de Freguesia porque o herdámos; só temos instalações para forças policiais porque as herdámos, não temos Centro de Saúde, porque não o herdámos!”, afirmam.

São Martinho foi sede de concelho até Outubro de 1855, numa altura em que uma profunda reforma do mapa administrativo do país levou à extinção de muitos dos mais de 800 concelhos existentes. A vila seria, então, anexada ao concelho de Alcobaça.

Entre 1895 e 1898 a freguesia de S. Martinho passa para o concelho das Caldas, tendo o mesmo acontecido com Alfeizerão e Famalicão. As duas primeiras localidades voltaram, então, para o concelho de Alcobaça e a última faz parte do concelho da Nazaré.

Joana Fialho

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

AS NOSSAS VISITAS


controvérsia e debate

contador gratis

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Declaração do presidente da Câmara Municipal Alcobaça sobre variante à MARGINAL e despoluição da BAÍA


Novo elevador ajuda a melhorar acessos na praia
Obra de 860 mil euros permite a ligação da parte alta com a baixa de S. Martinho do PortoO elevador panorâmico, ontem inaugurado em S. Martinho do Porto, Alcobaça, pretende melhorar as acessibilidades na vila mas é também um espaço pensado para o turismo, onde não falta uma nova sala de exposições.Os 83 anos de vida roubaram-lhe a vitalidade das pernas e, por isso, Aida Clérigo já não visitava a parte mais alta da vila de S. Martinho há muito tempo. "Até já perdi a conta ao número de anos que lá não vou", assegura. É ali que se encontra a igreja local e, por isso, é com mágoa que a moradora diz que, nos últimos anos, já nem à missa consegue assistir.Ontem, tudo mudou na vida da octogenária. Colocou-se na fila, composta por dezenas de outros moradores, e fez questão de ser das primeiras a estrear o novo elevador panorâmico que, a partir de agora, liga o lado alto e o baixo da praia, melhorando as acessibilidades. Sobretudo dos habitantes mais velhos que, só com muita dificuldade conseguem vencer a íngreme rampa de calçada, alternativa ao agora inaugurado elevador.Gonçalves Sapinho, presidente da Câmara, salientou a qualidade nas acessibilidades que a nova obra representa. Mas não só. Considerou que o posto de turismo, a funcionar no edifício do elevador, passa a usufruir de excelentes condições. E enalteceu a arquitectura, da autoria de Gonçalo Byrne, que permitiu ali criar outros serviços ligados ao turismo, como uma sala de exposições."Hoje é um dia grande para S. Martinho", considerou, sublinhando que "mesmo que as obras pareçam pequenas temos que ter orgulho quando constatamos que são bem feitas".O elevador, integrado num espaço de quatro pisos, representa um investimento de cerca de 860 mil euros, comparticipados por fundos comunitários.Faz parte de um conjunto de intervenções que a Câmara de Alcobaça projectou para tornar mais aprazível a praia que recebe, anualmente, milhares de turistas.A segunda fase dos trabalhos, contou Gonçalves Sapinho, será a construção de uma nova avenida, paralela à linha de caminho de ferro e à marginal. A "Grande Via", como lhe chamou, pretende ligar a praia à Estrada Nacional 242. Será constituída por faixas de rodagem, nos dois sentidos, e permitirá a criação de uma bolsa de estacionamento com capacidade para quatro centenas de automóveis."Temos a percepção que irá resolver muitos problemas de trânsito e será, também, um grande avanço na melhoria das acessibilidades", considerou.O autarca salientou ainda que o projecto de despoluição da baía tem dado passos importantes, lembrando que está já em execução a construção de uma nova Estação de Tratamento (ETAR), que pretende solucionar o problema dos efluentes suinícolas da região.in Jornal de Notíciasfoto retirada do Jornal das Caldas
Publicada por António Prôa em
11:16

sábado, 8 de agosto de 2009

A grande obra que liga Alfeizerão a S. Martinho!!! Dá vontade de RIR!!!

Ciclovia que liga Alfeizerão a S. Martinho do Porto começa a ser construída em Setembro


A ciclovia que vai ligar Alfeizerão a S. Martinho do Porto começa a ser construída em Setembro. Deve estar pronta na Primavera do próximo ano.

A CDU defende o prolongamento da via até ao Vale Maceira, uma localidade com muita população. Trata-se de uma obra da responsabilidade das Estradas de Portugal e, o vereador Rogério Raimundo, já disse esperar que não aconteça com a ciclovia o que se passou com a rotunda da Fervença ou com outras intervenções que demoraram vários anos para se concretizarem.

Para além desta ciclovia, a CDU defende que outras nasçam, nomeadamente na cidade de Alcobaça, por ser útil para a saúde dos habitantes, frisou, ao incentivar a prática saudáveis, como caminhar ou andar de bicicleta em segurança.

O Vice-Presidente da Câmara, Carlos Bonifácio, adiantou que a promessa do Instituto de Estradas é para o arranque da obra já no próximo mês, classificando a obra como uma mais valia no equipamento daquelas duas vilas do concelho. A expectativa é de que, adiantou, esta esteja concluída na próxima Primavera e em condições de servir o verão de 2009.

O vereador do PS, Daniel Adrião, por seu lado, classificou de muito importante a obra que vai ser iniciada já em Setembro, também por ser, adiantou, mais um importante investimento da administração central no concelho de Alcobaça.

Para além da ciclovia que acompanha todas as praias do norte do concelho de Alcobaça, pela Estrada Atlântica, Alcobaça conquista mais uma, que vai ligar Alfeizerão a S. Martinho do Porto, duas vilas que partilham uma Pousada da Juventude e que ambicionam puxar pelo Turismo Jovem durante mais meses ao ano através de novos equipamentos ligados ao lazer, desporto e aventura. É, ainda, intenção da Câmara de Alcobaça, promover uma ciclovia na ligação de Alcobaça à Fervença, com a requalificação da principal estrada de ligação da sede do concelho à Nazaré, e a criação de um parque ambiental numa vasta área adquirida aos antigos donos da COFTA – fábrica de fiação e tecidos – e onde, muito provavelmente, será instalado, no futuro, o Parque de Campismo de Alcobaça.


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Intermarché com posto de combustiveis

Intermarché com posto de combustíveis...

O grupo “Os Mosqueteiros” prepara-se para abrir uma superfície comercial de médias dimensões, com posto de combustíveis, numa zona residencial de São Martinho do Porto.
O caso já começou a levantar desconforto junto de alguns habitantes que falam em «perigo» tendo em conta que a superfície comercial e o posto de combustíveis se localizam perto de casas e da Escola C+S.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, confirma a existência de um posto de abastecimento de combustíveis na superfície comercial que irá abrir, dentro em breve, na vila de S. Martinho do Porto, junto à Estrada Nacional 242.
De acordo com Gonçalves Sapinho «o posto de combustíveis, assim como a sua localização, cumpre todos os requisitos legais e pareceres pedidos» pelo que, adiantou, «não há nada que impeça a sua abertura».
O autarca classificou «de preocupação relacionada com o aproximar das eleições» a indignação colocada por alguns residentes pela abertura daquele posto de combustíveis, numa das principais entradas para a vila de S. Martinho do Porto.In www.cister .fm

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Poluição na Vala real vista pelo Jornal das Caldas

Avaria mata peixes em São Martinho

Agosto 5th, 2009 · Sem Comentários

descarga.jpgA alegada paragem de uma bomba na estação elevatória de São Martinho do Porto causou a morte de centenas de peixes, entre os quais vários exemplares de meixão, uma espécie protegida, robalos e tainhas.
“Houve um problema na bomba da central de bombagem que dá acesso à estação elevatória”, revelou José Vinagre, vereador da Protecção Civil na Câmara de Alcobaça.
O decréscimo do caudal provocou a paragem da bomba que, segundo o autarca, “fez com que os efluentes descarregassem directamente para o rio durante cerca de duas horas”.
O responsável pela Protecção Civil considera, no entanto, que “esta poderá não ser a única causa para a morte dos peixes”, que está a ser investigada pelas autoridades.
O vereador sustentou que não há qualquer perigo para a Baía de São Martinho do Porto e praias envolventes.
Os populares chegaram a pensar que se tratava de uma descarga da ETAR de São Martinho do Porto, mas contactada a empresa Águas do Oeste, revelou que a estação está a descarregar normalmente os efluentes tratados para alto mar pelo exutor submarino.
“Temos as máquinas a trabalhar normalmente. Não foi detectada qualquer anomalia”, revelou uma fonte da empresa.
O comandante dos Bombeiros de São Martinho do Porto, Joaquim Clérigo, revelou, por outro lado, que “a empresa Águas do Oeste informou a Câmara, mas a autarquia não actuou imediatamente”.
A empresa Águas do Oeste trata apenas os esgotos em alta, ou seja, apenas quando chegam à ETAR, pelo que todo o percurso até à estação de tratamento é da responsabilidade da edilidade.
Quanto a consequências para a Baía de São Martinho do Porto, só durante os próximos dias se poderá saber. Foi feita uma recolha de água pela Polícia Marítima. Funcionários da autarquia de Alcobaça removeram os peixes mortos.
Os militares do Serviço SEPNA da GNR das Caldas da Rainha também fizeram um auto de ocorrência desta situação, que vai ser transmitida à Administração das Regiões Hidrográficas (ARH).

Carlos Barroso