quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A FUTURA ZONA HISTÓRICA DE SÃO MARTINHO!!!

DESCUBRA AS DIFERENÇAS


Largo Vitorino Froes Janeiro 2010

Largo Vitorino Froes 1960


Edificio do Caminho de Ferro Americano, mandado construir pelo Duque de Loulé em 1862

?!?!?!?!?!?! MADE IN C.M.A.
DESTRUIR O POUCO QUE RESTA DO PATRIMÓNIO CONSTRUIDO, IGUAL A REQUALIFICAR E VALORIZAR PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA!!!

Assim se pagam as dividas, assim se destroi o nosso património, a nossa identidade, a nossa história, a nossa terra.

ASSIM SE CONSTRÓI A NOVA ZONA HISTÓRICA, MADE IN CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

CÂMARA QUER HOSPITAL PRIVADO NAS CALDAS DA RAINHA


O executivo camarário aprovou, por unanimidade, na passada segunda-feira, a instalação de um hospital privado nas Caldas da Rainha. Não está ainda decidido qual o terreno que este equipamento irá ocupar, mas o presidente da Câmara, Fernando Costa, considera que haverá facilidade em resolver a situação, até porque o preço que os promotores estão dispostos a pagar (60 euros por metro quadrado) "é bastante razoável".
A localização apontada pelos responsáveis ligados a investimentos imobiliários em Braga, são os terrenos situados junto ao Cencal, mas a Câmara ainda não disponibiliza porque esta foi uma das alternativas apontadas para o futuro hospital Oeste Norte.
Este equipamento privado deverá ocupar uma área de sete mil metros quadrados e irá trabalhar fundamentalmente para companhias de seguros e para doentes que tenham seguros de saúde, a exemplo do que já existe noutras cidades como Leiria ou Torres Vedras. Pretende localizar-se nas Caldas pela sua centralidade e ligação às auto-estradas, servindo as pessoas que possam estar a 30 minutos das Caldas.
Fernando Costa considera que este equipamento é complementar ao futuro Hospital Oeste Norte e que "apesar de privado não deixa de ser mais uma unidade de saúde nas Caldas". O autarca adianta que este hospital empregará 280 pessoas, entre profissionais de saúde e administrativos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Editorial da edição de 14 Janeiro do Região Cister

Sendo a Câmara um dos maiores empregadores do concelho e sendo também o organismo que mais dinheiro põe a circular ao contratar serviços às empresas, comerciantes e colectividades, assusta ouvir dizer que a tesouraria está em ruptura financeira.
Era preciso explicar melhor.
Quando se diz aos munícipes que a dívida da Câmara é de muitos milhões de euros, há uma despreo-cupação, natural, da maior parte das pessoas. Valores muito grandes não dizem nada ao comum mortal, sobretudo quando este não é contabilista, economista ou revisor oficial de contas.


No entanto, se esses números astronómicos forem divididos pelos dias do ano, chegamos a valores mais reais para a generalidade das pessoas. Em Alcobaça, os valores da dívida imediata da autarquia dão uma soma considerável: mais de 32 mil euros por dia.

Nas autarquias, as contas obedecem a regras muito específicas. Nas câmaras, tudo tem de estar cabi-mentado, desde uma simples impressora, a uma viatura, passando pelo papel, canetas e demais mate-rial de uso diário. Se for necessário comprar, tem de haver dinheiro para o pagar, mesmo que o pagamento não seja feito no imediato. E nunca é.

Há, na Câmara de Alcobaça, uma aflição, sobretudo do seu presidente, quanto aos gastos. Por isso, é hoje discutido e votado um empréstimo de dois milhões de euros, que é justificado com a necessidade de pagar a fornecedores, que há muito aguardam o seu dinheiro.

Na verdade, Paulo Inácio assustou-se com os números assim que se debruçou sobre as contas municipais. Também é verdade que o presidente da Câmara herdou uma situação difícil. Não é menos verdadeiro que o seu antecessor foi seu mandatário, é seu amigo e companheiro de partido. É igualmente verdade que dois dos vereadores de Gonçalves Sapinho transitaram para o executivo de Paulo Inácio. E nunca é demais lembrar que o actual chefe do executivo foi, no mandato anterior, presidente da Assembleia Municipal, órgão ao qual compete a fiscalização do trabalho e das contas da Câmara.

Parece, por isso, exagerado e até descabido que o presidente da autarquia diga, dois meses depois de tomar posse, que a tesouraria está em ruptura financeira.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Sem dinheiro para pagar a fornecedores, executivo decide sobre novo empréstimo de 2 milhões de euros


Dívida total da Câmara de Alcobaça ascende a 69 milhões de euros
Os cofres da tesouraria da Câmara de Alcobaça não estão vazios, mas pouco falta. A anunciada “ruptura financeira” assumida há menos de um mês pelo chefe do executivo significa que não há dinheiro para pagar as facturas que já deram entrada nos Paços do Concelho. Entre a dívida imediata, a dívida a longo prazo e o montante facturado, há 69 milhões de euros no total de montante em dívida.
No imediato, são mais de 12 milhões de euros que o município deve aos fornecedores, mas o valor que mais preocupa é o da dívida para com as pequenas empresas, o que se traduz em cerca de 2 milhões de euros. O restante montante está relacionado com as dívidas para com grandes empresas como a Resioeste, a Suma e a Águas do Oeste.
Para fazer face ao montante gasto com os pequenos fornecedores é hoje, a partir das 17 horas, discutido e votado pelo executivo um empréstimo bancário no valor de 2 milhões de euros.
A situação não é nova. Nos mandatos de Gonçalves Sapinho os anos fechavam quase sempre com valores semelhantes de dívida a curto prazo.
A solução era, invariavelmente, a contracção de mais empréstimos ou a espera de que chegassem aos cofres da autarquia verbas da administração central ou dos fundos comunitários.
Resolvida a dívida imediata com as pequenas empresas, através do empréstimo de 2 milhões de euros, como fazer com os restantes 10 milhões que o município deve a curto prazo? Paulo Inácio disse que espera a chegada das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), no valor de cerca de 12 milhões de euros, mas não afirmou com clareza se tenciona ou não utilizar esse dinheiro para fins que não aqueles para os quais o QREN os destinou.
A par da dívida a curto prazo, o município está ainda a braços com a dívida a médio e longo prazo, que é referente ao que se deve aos bancos. São mais de 14 milhões de euros, um valor assumido, mas que não é pago na totalida-de durante vários anos. São, antes, feitos pagamentos periódicos das prestações bancárias. É o que se chama serviço da dívida. Há, depois, outro valor que assusta: o montante facturado é de 43 milhões de euros, o que signifi-ca que há facturas nesse valor, já em posse da Câmara, para pagar.
O que se passa em Alcobaça repete-se noutras autarquias e em vários departamentos da administração pública. Os fornecedores conhecem a demora nos pagamentos e, por isso, para se salvaguardarem, inflacionam os preços, o que também ajuda a explicar o défice crónico dos serviços públicos.
Há, por outro lado, um diferencial de 5 milhões de euros entre o facturado e o comprometido, o que significa que há empresas fornecedoras que não facturaram ainda mas já prestaram os serviços. Assim, é de 48 milhões de euros o valor comprometido. O cabimentado, por seu lado, é de 53 milhões, onde se incluem projectos que podem não ter sido ainda adjudicados.
Para 2010, o orçamento é de 59 milhões de euros. Destes, 37 milhões virão de receitas correntes, onde se incluem os impostos directos, e os restantes de receitas de capital, que são provenientes não só do orçamento de Estado e de fundos autónomos, mas também de fundos comunitários em resultado das candidaturas apresentadas ao QREN. Integram-se ainda nesta rubrica as receitas arrecadadas com a venda de bens de investimento e com o recurso ao crédito bancário já autorizado.
No campo das despesas, as despesas correntes (36 milhões de euros) são as relacionadas com aquisição de bens e pagamento de ordenados. Os salários dos funcionários da autarquia custam por ano aos cofres municipais cerca de 32 milhões de euros.
Há, por fim, as despesas de capital, referentes aos investimentos e aquisições.
Apesar dos números ‘assustadores’, o município de Alcobaça não está falido. Os activos (bens próprios) são supe-riores aos valores da dívida, apesar de nem sempre convertíveis em dinheiro com facilidade.
Ainda não é conhecida a taxa de execução de 2009. Em 2008, a Câmara ficou aquém do previsto:
Arrecadou 34 milhões de euros de receitas e teve 33 milhões de despesa, valores que evidenciaram uma diferença de 25 milhões de euros entre as previsões e a realidade.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

90,03% DOS VOTOS SÃO A FAVOR DO NOSSO REGRESSO AO CONCELHO DAS CALDAS DA RAINHA

Sondagem sobre o regresso ao Concelho das Caldas da Rainha

Terminou a Sondagem que, através do nosso Blogue, tivémos a oportunidade de promover.
Dos 175 votos registados :
158 são a favor da mudança da nossa Freguesia do Concelho de Alcobaça para regresso ao Concelho das Caldas da Rainha.
Apenas 9,7% votaram contra!
Os resultados, em si, pese embora o modo restritivo utilizado – o computador – traduzem bem o que por aqui se pensa e vive.
Quem contacta, dia a dia, com os Sãomartinhenses e com Eles vive e convive, ouvindo as suas conversas, sente esta verdade !
Desejamos frisar que, este descontentamento, este mau estar que se vai arrastando, ano após ano, em nada tem a ver com a boa gente de Alcobaça. Não! É apenas o resultado dos procedimentos dos sucessivos Executivos a quem, em nosso entender, por vezes entregues a “estrangeiros”, lhes faltou visão para o futuro.
Não foram próximos.
Não respeitaram a vontade de quem vive e trabalha na Freguesia.
Não foram, diga–se, humanos e inteligentes.
Antes, isso sim, desenvolveram comportamentos estranhos e distantes, um pouco à moda, do quero posso e mando.
Desiludiram–nos e cansaram–nos.
Obrigaram–nos a procurar outro destino, melhor sorte.
E, não se iludam, face às potencialidades esquecidas, às oportunidades adiadas, sentimo–nos desprezados e enganados há dezenas de anos. Por isso, a nossa determinação é apenas esta :
O regresso ao Concelho das Caldas da Rainha

sábado, 9 de janeiro de 2010