terça-feira, 12 de maio de 2015

São martinho perde BANDEIRA AZUL


De quem será a culpa?

Esta vergonha só tem um rosto!

A Câmara Municipal de Alcobaça é incompetente e não sabe gerir o seu território!

Aqui está a razão deste movimento, vamos lutar pelos nossos direitos!

Deixe aqui a sua opinião!


A praia de São Martinho do Porto perdeu a Bandeira Azul. Em conferência de imprensa, o presidente da Associação Bandeira Azul, José Archer, explicou que a praia de Alcobaça foi retirada da lista devido à transposição da diretiva europeia da qualidade da água balnear, que passou a contabilizar as últimas 20 amostras.

terça-feira, 26 de março de 2013



Publicado a 24 de Março de 2013 . Na categoria: Sociedade .

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As obras da nova extensão de saúde de S. Martinho do Porto deverão arrancar ainda neste mês de Março. Uma reclamação antiga, possibilitada agora pela intervenção da Câmara de Alcobaça, que vai assegurar uma parte dos custos.

Em Maio de 2009, a extensão de saúde da vila, que até então funcionava num andar de uma casa de habitação, foi encerrada pela Autoridade de Saúde devido à falta de condições, tendo os utentes sido encaminhados para a extensão de saúde de Alfeizerão. Três meses mais tarde, a população voltava a contar com novas instalações provisórias, até que a promessa de novas instalações fosse finalmente cumprida.

Orçada em 692 mil euros, e já com o visto do Tribunal de Contas, a obra deverá ser comparticipada em 85% pelo programa Mais Centro. É esta a convicção do presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, que diz ter a confirmação de que a candidatura aos fundos comunitários será deferida. Quanto aos restantes 15%, “há uma repartição de custos entre a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo [ARSLVT] e a Câmara Municipal”, explica o edil.

Em contrapartida, “alguns espaços desse centro de saúde ficam ao cuidado e responsabilidade da Câmara, para usufruto da população da freguesia”. Paulo Inácio diz que ainda está a ser estudado o que irá acontecer nestes espaços, mas admite para já a criação de um pólo do Balcão do Munícipe que será criado no Mercado Municipal de Alcobaça.

Benedita continua à espera de fundos

Ainda sem data de arranque continuam as obras de construção da nova Unidade de Saúde Familiar da Benedita. Mas também neste caso a autarquia alcobacense se prepara para assegurar parte do custo com o novo edifício.

Paulo Inácio diz que a Câmara “vai avançar com a abertura do procedimento” para a empreitada que ronda os 1,2 milhões de euros. “Neste caso ainda não está garantido o financiamento, mas o Mais Centro já está sensibilizado da sua necessidade, para que na primeira oportunidade possamos apresentar candidatura”, explica Paulo Inácio, acrescentando que a lógica de repartição será a mesma que se verifica em São Martinho do Porto – 85% fundos comunitários, 15% a cargo da ARSLVT e da autarquia.

Também no edifício projectado para a Benedita – que será construído a poucos metros das actuais instalações, onde há vários anos se reclamam obras – também a Câmara vai ficar com alguns espaços, nomeadamente na cave.

Joana Fialho

jfialho@gazetacaldas.com

sexta-feira, 22 de junho de 2012

domingo, 10 de junho de 2012

EDP vai investir um milhão de euros na melhoria da rede eléctrica em S. Martinho do Porto


Já arrancaram as obras que vão permitir melhorar a rede de média tensão em S. Martinho do Porto. Até ao final do ano, num investimento que deverá ascender a um milhão de euros, os equipamentos actualmente existentes na vila vão ser substituídos por outros, “de última geração”, o que deverá permitir não só reconverter a nível de média tensão de 15 para 30 quilovolts (Kv), como também proteger a rede contra possíveis avarias ou actos de vandalismo.
A empreitada foi apresentada pela EDP Distribuição na passada segunda-feira, dia 4 de Junho, na Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto. Uma ocasião para Pais Rocha, director de Redes e Clientes Tejo da empresa distribuidora de electricidade, defender que esta é uma “obra estruturante” para aquela localidade, que se enquadra num objectivo mais global, que é “melhorar a qualidade de serviço da Direcção de Rede e Clientes Tejo, em particular na zona Oeste”. Uma meta para a qual concorrem já as obras levadas a cabo em Alcobaça (em 2010) e Caldas da Rainha (final de 2011).
O responsável pela zona garantiu que, quando os trabalhos em São Martinho estiverem concluídos, a vila vai ter “uma rede com a última tecnologia” e deixará de ser “uma ilha” à qual a empresa tinha dificuldades em acorrer em caso de avaria. Até agora, a vila era alimentada apenas por um local, uma condicionante que vai mudar com a empreitada. Pais Rocha deixou ainda a promessa de celeridade numa obra que espera “que seja um contributo para o desenvolvimento de S. Martinho do Porto”.
Postos de transformação melhorados e 26 quilómetros de novos cabos são algumas das intervenções que serão feitas pela EDP, numa obra em que os responsáveis prometem tapar os buracos assim que os cabos estiverem devidamente colocados. Os trabalhos vão prolongar-se até ao final do ano, com interrupção nos meses de Julho, Agosto e primeira quinzena de Setembro, atendendo à afluência de turistas à vila balnear nos meses mais quentes.
A possibilidade desta obra trazer incómodos na época balnear era uma preocupação da Câmara de Alcobaça, que assim fica salvaguardada.

Equipamentos de última tecnologia vão permitir aumentar a qualidade da rede eléctrica de São Martinho e torná-la mais segura e protegida
Obras em 24 ruas
Os trabalhos da EDP vão decorrer em 24 ruas. Mas algumas destas serão apenas parcialmente afectadas, uma vez que “vão ser aproveitadas todas as tubagens já existentes”, explicou Paulo Agostinho, técnico da empresa.
As zonas a intervencionar, de forma faseada, são Rua Vasco da Gama (Serra dos Mangues), Rua Vasco da Gama (S. Martinho do Porto), EN 242 (Perfuração), Urbanização Simão (Rua D. Duarte I), Rua das Ginjeiras, Beco Comandante Alves, Estrada do Facho, Rua dos Restauradores, Rua Sacadura Cabral, Urbanização Falacha, Rua Santo António, Rua Cândido dos Reis, Rua Almirante Machado dos Santos, Rua Conde Avelar, Rua Marechal Carmona e Rua 1º Maio.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Governo vai nomear novo conselho de administração hospitalar

O secretário de estado da saúde declarou durante o programa da RTP, Prós e Contras, que vai ser nomeado um novo conselho de administração para gerir o futuro Centro Hospitalar do Oeste (CHO), pelo que Carlos Sá, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON), cessará funções.
“Vamos nomear uma nova administração que fará os acertos que considerar pertinentes para a melhor gestão do seu património hospitalar”, revelou Fernando Leal.
O governante anunciou que será criado “um centro hospitalar único para o oeste, fundindo os hospitais de Caldas e Peniche, o centro hospitalar de Torres Vedras e o hospital do Barro. Alcobaça vai migrar para o centro hospitalar de Leiria/Pombal”.
Segundo o secretário de estado, a futura administração “fará a reorganização de profissionais”, sem que “a qualidade seja prejudicada”. “Nós não temos problemas com a localização das urgências, mas com a própria distribuição dos serviços”, disse.
O tutelar da pasta da saúde vai reapresentar uma proposta às autarquias e o seu valor vinculativo “estará dependente da nova administração que será nomeada depois do CHO estar formalizado”.
De acordo com o secretário de Estado, esta a reforma na saúde “deve-se à contenção orçamental”, estando um grupo de trabalho a elaborar o estudo de uma reforma iniciada pelo então ministro da saúde, Correia de Campos.
O secretário de estado da saúde garantiu por último que será Caldas que fica com a urgência médico cirúrgica no Oeste.
Presente neste programa esteve António José Correia, presidente da câmara de Peniche, que mais uma vez exigiu a permanência da urgência básica em Peniche, mostrando-se ainda insatisfeito com a atual gestão do CHON.
“Não estou satisfeito com a administração, nada satisfeito, porque tudo aquilo que foi fazendo, foi o desmantelamento do hospital. Foram feitos projetos para renovação das urgências, com projeto aprovado pelo QREN e o atual conselho de administração reiterou, mas nada foi feito”, disse.
Para o autarca, o mar é uma das argumentações que o levam a defender a manutenção das urgências, uma vez que “a sete milhas para dentro do mar serão 60 minutos de Peniche e se um doente for para Caldas ou até para Torres Vedras, então devem fazer contas a esse tempo”.
Para Carlos Miguel, presidente da câmara de Torres Vedras, o estudo diz que a cidade passará ter uma urgência básica, sendo esse o principal problema.
“A realidade é que a urgência de Torres ou de Caldas servem em média/dia cerca de 250 e o que se pretende é que Caldas passe a servir 500 pessoas/dia.
É um padrão que Caldas reconhece não ter capacidade e o mesmo acontece em Torres Vedras”, afirmou, argumentando que “será irracional a população fazer 120 km para ir para Santa Maria depois de passar por Caldas”.
Mais satisfeito com estas mudanças mostrou-se Fernando Costa, presidente da câmara das Caldas, que indicou estar “farto de pensar”, apelando para “andar para a frente, porque o país não pode parar”.
O autarca mostrou-se preocupado porque um médico disse no programa que “uma em cada dez pessoas que vai ao hospital tem a probabilidade de ficar mais doente do que ia”.
O presidente da câmara mostrou-se igualmente receoso porque os conselhos de administração são sempre compostos por nomeados perto dos partidos ou por médicos mais conhecidos e como tal concorda com a profissionalização da administração hospitalar.Fernando Costa defendeu ainda que “o hospital do Oeste já deveria ter sido feito”, quando existem outros que “estão às moscas”.
Também satisfeito ficou Paulo Inácio, presidente da câmara de Alcobaça, que viu o secretário de Estado da Saúde confirmar o seu pedido, ao remeter cerca de 80 por cento da população para Leiria.“Alcobaça passará para a Leiria, uma vez que a nossa experiência com o Oeste não foi a mais feliz.
Alcobaça é o maior território do Oeste e o segundo em população e é o segundo concelho mais populoso do distrito de Leiria.
A nossa solicitação ao ministério da saúde foi que 80 por cento da população remetesse para Leiria, com a exceção de três freguesias – São Martinho do Porto, Alfeizerão e Benedita – ficarem ligadas a Caldas”, disse, exigindo que “a valência do hospital Bernardino Lopes tem de ter numa resposta transversal”.
Carlos Barroso

terça-feira, 13 de março de 2012

Petição pela reintegração da Freguesia de São Martinho do Porto no concelho de Caldas da Rainha

Para:Presidente da Assembleia da República, Presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Presidente da Assembleia Municipal de Caldas da Rainha e Presidente da Assembleia de Freguesia de São Martinho do Porto

ABAIXO – ASSINADO
Considerando que a Freguesia de São Martinho do Porto foi sede de Concelho mais de trezentos anos, tendo posteriormente pertencido aos municípios de Alcobaça e Caldas da Rainha, integrando actualmente o Concelho de Alcobaça e que, nas actuais circunstâncias, a restauração do município se tornou impossível;
Considerando que a actual divisão administrativa, não corresponde aos legítimos direitos, interesses e vivência da população local, designadamente no que respeita às necessidades reais do seu dia-a-dia;
Considerando que os habitantes da Freguesia de São Martinho do Porto, desde que nascem, fazem toda a sua vida em íntima e permanente ligação com Caldas da Rainha;
Considerando que os habitantes da Freguesia, apenas se deslocam a Alcobaça por razões e obrigações administrativas (é voz corrente dizer-se que a Alcobaça só se vai para pagar), contrariando factores demográficos e geográficos (proximidade, acessibilidade e mobilidade);
Considerando que a população da Freguesia desenvolve as suas relações em estreita ligação com Cal-das da Rainha no trabalho, na economia, na saúde, na educação / formação, na cultura, no desporto e nos tempos livres, há muito que a população activa, à falta de emprego e de habitação ao seu alcance, vem optando por residir e/ou empregar-se em Caldas da Rainha, fazendo aí a sua vida;
Considerando a contiguidade territorial como um factor determinante e sendo a baía o mais importante pólo de desenvolvimento local, e que do perímetro da mesma faz parte Salir do Porto (Concelho de Caldas da Rainha), a separação administrativa das duas freguesias tem prejudicado gravemente o desenvolvimento e a resolução dos problemas comuns, como o desassoreamento e a despoluição, em particular, e o progresso sustentado e sustentável das duas localidades;
Considerando que a permanência no Concelho de Alcobaça poderá implicar, segundo a actual proposta de organização do território, a perda do estatuto de sede de Freguesia e a sua agregação a Alfeizerão, a mudança para o Concelho de Caldas da Rainha permitirá novas soluções para a manutenção da autonomia local;
Considerando que a mudança de Concelho é uma aspiração de várias gerações de são martinhenses por todas as razões, agravadas ano após ano, desde a destruição do património natural e construído à estagnação e retrocesso, que levaram à perda da importância local e regional que historicamente representámos;
Considerando décadas a fio sem se vislumbrarem projectos sustentados e continuados de desenvolvimento, ordenamento e planeamento, que permitam gerar prosperidade e qualidade de vida todo o ano, longe vão os tempos em que a Comissão de Iniciativa e os beneméritos locais deram a São Martinho do Porto o que Alcobaça nunca deu e que continua a utilizar a seu belo prazer e em seu benefício;
São Martinho do Porto, que o rei D. Carlos I considerou uma das jóias da coroa, tem sido sucessiva-mente delapidado por parte da Câmara Municipal de Alcobaça. Como tal, considerando ser este o momento oportuno, os Abaixo-assinados (naturais, residentes, proprietários ou amigos da Freguesia de São Martinho do Porto), manifestam deste modo a sua inequívoca vontade de voltar a integrar o Concelho de Caldas da Rainha.
Os signatários

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